"Difícil é para Vasco,
Fluminense e Botafogo, que não têm dinheiro. E estão tirando no trabalho a
diferença. É isso que temos que reconhecer. Eles estão tirando no dia a dia, na
dedicação, na organização. E o Flamengo que era pra fazer tudo isso, não... 'Eu
sou o melhorzão, ninguém pode falar de mim'. E aí o que dá o resultado? Dá isso
daí!"
"Matéria no sábado, o
cara do UOL escreveu que os jogadores exigiram a troca de ônibus do Flamengo
porque quicava. Mentira. Exige a troca porque ninguém quer sair com a bandeira
do clube. Você é louco de sair com a bandeira e correr o risco de levar uma pedrada?
Aí o cara irresponsavelmente, porque tem relação com o dirigente, setorista,
vai e põe uma pilha dessa. Quem vê quer matar, Rizek. Os setoristas são muito
piores hoje em dia. Eu sei que ganham mal, mas cada um tem o caráter que
tem."
“Já vi isso também de olhar
para você, um jogador que é profissional, não tem formação e ganha R$ 100 mil.
Tem um cara que está ali, estudou quatro anos, fez de tudo para se formar
jornalista, para ser setorista e ganha mal. Talvez ele leva isso em
consideração. É difícil você ganhar R$ 3 mil ou R$ 4 mil em uma sociedade e se
você não for um cara fera, tem que entrevistar um cara que ganha mais e que
você considera ele um ninguém."
Após declarações no programa Seleção, Sportv, Juninho Pernambucano
passou a ser evitado pelos repórteres nos corredores da emissora. O
apresentador do programa Seleção, André Rizek, leu uma nota pública de repúdio
à declaração do comentarista da emissora: “O SporTV não concorda com a opinião
e nem com a generalização. Há bons e maus profissionais. Temos mais de 30
setoristas trabalhando no grupo Globo e a eles toda a solidariedade."
Durou de abril de 2014 até a sexta-feira, quatro de maio de 2018, a
aventura de Juninho Pernambucano como comentarista da TV Globo, do Sportv e da
rádio Globo AM. O ex-jogador da Seleção Brasileira, ídolo do Lyon e do Vasco,
acabou sendo obrigado a se demitir.


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