19 de set. de 2012
17 de set. de 2012
UBUNTU
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Florianópolis (2006), contou um caso que aconteceu numa tribo da África do Sul, chamada Ubuntu.
Contou que um antropólogo estudou os usos e costumes da tribo e, ao terminar o trabalho, enquanto aguardava o transporte que o levaria ao aeroporto, propôs uma brincadeira às crianças, que achou inofensiva.
Comprou doces e guloseimas na cidade, colocou tudo num cesto bonito com laço de fita e o deixou debaixo de uma árvore.
Chamou, então, as crianças e combinou que quando dissesse "já", elas deveriam correr até o cesto, e quem chegasse primeiro ganharia todos os doces.
As crianças se posicionaram na linha que ele riscou no chão e esperaram o sinal.
Quando ele disse "Já", todas as crianças se deram as mãos e correram juntas em direção à árvore onde estava o cesto.
Chegando lá, distribuíram os doces entre si e comerem felizes.
O antropólogo perguntou por que foram todas juntas se uma só poderia ficar com tudo.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio.
Ele ficou desconcertado.
Meses e meses trabalhando, estudando a tribo, e não havia compreendido, de verdade, a essência do povo.
Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós"
13 de set. de 2012
ELEIÇÕES 2012
12 de set. de 2012
10 de set. de 2012
Notícias – cópia documento circula pelas ruas da cidade e distritos.
Justiça mineira mantém quebra de sigilo bancário de prefeito
A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas
Gerais negou, na terça-feira (30/3), o agravo de instrumento movido pelo
prefeito de Antônio Carlos (MG), Manoel José Rettore Cabral. O recurso era
contra liminar que determinou a quebra de seu sigilo bancário.
Os desembargadores entenderam que a liminar deve ser mantida
para que a instrução processual prossiga e a denúncia, apresentada pelo
Ministério Público, seja apurada. Antônio Carlos fica a 191 km de Belo
Horizonte.
O MP, autor da ação civil pública, sustenta que o prefeito
teria desviado valores do tesouro público. Segundo a denúncia, o prefeito,
entre janeiro de 1997 a agosto de 2001, efetuara saques nos cofres municipais a
título de viagens a Belo Horizonte, Juiz de Fora e Brasília, sem a devida
comprovação. Os valores teriam chegado a R$ 162.653,00.
A ação busca o ressarcimento dos valores "acrescidos
ilegalmente ao patrimônio do chefe do executivo municipal", a suspensão de
seus direitos políticos, a perda de sua função pública e a proibição de
contratação com o Poder Público.
Em sua defesa, o prefeito sustenta que a quebra de seu
sigilo bancário é "um absurdo" e tem a intenção de "promover o
seu linchamento moral e cívico, num autêntico processo de caça às bruxas".
O relator do processo, desembargador Geraldo Augusto,
afirmou que a quebra do sigilo bancário do prefeito é indispensável para aferir
sua movimentação bancária e o eventual prejuízo ao erário. (TJ-MG)
Processo nº10.056.030.546.701/001
7 de set. de 2012
do livro PARNASO DO ALÉM-TÚMULO -Francisco Xavier (1967)pg 229
Se queres...
Cruz E Souza
Se queres a ventura doce, etérea,
de outro mundo de luz, indefinido,
serás na Terra o filho incompreendido
do Tormento casado com a Miséria.
Viverá na mansão triste, funérea.
Do Soluço, do Planto, do Gemido;
Dos prazeres mundanos esquecidos,
Outro Job pelas chagas da matéria.
Serás em toda a Terra o feio aborto
Das amarguras e do desconforto,
Encarcerado nas sinistras grades;
Mas um dia abrirás as portas de ouro
E encontrarás o fúlgido tesouro,
De benditas e eternas claridades.
5 de set. de 2012
4 de set. de 2012
Um mundo melhor
Não
existe coisa pior que a falta de memória.
É
o mesmo que viver sem uma família, sem amigos.
É
o mesmo que viver sem as referências da natureza.
É
como caminhar achando tudo lindo, ou com muito medo.
É
pensar que tudo estivesse começando agora.
É como
duvidar da própria identidade.
É se jogar no precipício, por ter
visto um pássaro voar.
É parar, assentar em uma pedra,
por não saber como caminhar.
É
fechar os olhos e brincar, enquanto é hora de lutar, por um mundo melhor.
Vereador vai receber R$ 2.765,00
Na cidade de São Domingos do
Pombal, no sertão paraibano, de todos os candidatos inscritos para as eleições municipais
de 2012, apenas 1 (um) não assumirá o cargo após as eleições. Todos os
postulantes aos cargos do Legislativo são de uma mesma coligação, a “São
Domingos Não Pode Parar” (PMDB). O único candidato de oposição teve o registro
de candidatura indeferido e não participará da disputa.
O município tem apenas uma candidatura para o cargo
de Prefeito. Os dez candidatos a vereador concorrem a nove vagas na Câmara
Municipal - a menor relação candidato-vaga do país.
O representante da coligação
única, Juan Douglas (PMDB), vice-prefeito de São Domingos de Pombal e candidato
à reeleição, diz que, por pouco, as eleições na cidade não tiveram
"concorrência zero".
Segundo ele, a candidata
Aliam Maria (PP) se candidatou a vereadora apenas para cumprir a exigência da
cota legal de 30% de mulheres na coligação. “A finalidade era somente preencher
as vagas, mas agora parece que ela quer ser eleita”, afirma Juan Douglas.
A cidade tem 2.965
eleitores, segundo dados do TSE - número maior que o registrado nas eleições
municipais de 2008, quando contabilizava 2.766 votantes. O número de
candidatos, no entanto, diminuiu. Há quatro anos, eram 14 disputando as nove
vagas na Câmara Municipal.
Com tão pouca concorrência,
a disputa eleitoral na cidade tem sido tranquila. “Praticamente não tem
campanha, a gente está só esperando o dia”, afirma Juan Douglas.
Um vereador em São Domingos
de Pombal ganha atualmente R$ 2.200. Porém, nesta sexta (31) foi apresentado um
projeto para que o valor seja reajustado para R$ 2.765. O projeto deverá ser
votado na próxima semana.
Os dez candidatos a vereador
em São Domingos de Pombal-PB (Foto: Reprodução/TSE)
Jota Isaias (Estação Jatuaba)
Jota Isaias (Estação Jatuaba)
3 de set. de 2012
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