8 de jun. de 2016
'Japonês da Federal' é preso por esquema de contrabando
A Polícia Federal (PF) prendeu ontem
(7), em Curitiba, o policial federal Newton Ishii, conhecido popularmente como
Japonês da Federal, que ficou conhecido ao
conduzir presos da Operação Lava Jato.
Newton foi condenado a quatro anos e
três meses de prisão em virtude da Operação Sucuri, deflagrada em 2003, que investigava
o envolvimento de 19 agentes na entrada de contrabando no país através da
fronteira com o Paraguai.
Operação Lava Jato
O policial federal Newton Ishii foi
citado durante conversa gravada entre o ex-senador Delcídio do Amaral; o filho
de Nestor Cerveró, Bernardo Cerveró; e o advogado Edson Ribeiro. O diálogo foi
divulgado em novembro do ano passado e levou à prisão de Delcídio
Na conversa, o ex-senador se refere ao
agente federal como “policial bonzinho”. Em seguida, Edson afirma que “o
japonês” seria o carcereiro da PF responsável pelo vazamento de informações
sigilosas da Operação Lava Jato para a imprensa. Minutos depois, o advogado
chega a citar o nome de Newton.
Fonte: Agência Brasil
7 de jun. de 2016
Sai da sombra!

O PT não vai além de
alguns "garotos malvados" que trilharam pelo caminho do mal da política
brasileira. JÁ ESTÃO PRESOS.
O Jardim de Infância,
o Ensino Fundamental, o Ensino Médio, o Ensino Superior ENFIM, a escola da
roubalheira histórica brasileira, a elite a mídia do jabá e alguns brasileiros tentaram
encobrir! Mas não deu. O GOLPE foi desmanchado! Falta apenas a CORTE decretar.
Aqueles que votaram acreditando
em uma esquerda brasileira já bateram no peito e admitiram a sua (nossa) culpa.
Agora é a sua vez de aceitar que aquilo em que, tão ferozmente participaram,
acreditando no arco-íris do capital internacional, levou o país a uma crise grave
que todos nós estamos pagando. Façam isso e vamos juntos exigir a tão chorada “Reforma
política!” e mais nada.
Qualquer outra iniciativa é enrolação.
6 de jun. de 2016
E agora, o que você está vendo aqui?
Essas figuras estão se movimentando?
Essas linhas são retas ou tortas?
Bom, nesses desenhos as linhas são retas e nada está se
mexendo. Vê isso agora?
É meio estranho olhar e ver uma coisa, depois olhar de novo
e ver outra coisa.
Não é fácil ver a mesma coisa de outro jeito.
Não é fácil ver a mesma coisa de outro jeito.
Igualmente, nem sempre é fácil não julgar os outros e as
situações rigidamente segundo apenas as próprias referencias e visão de mundo.
Às vezes é difícil não tentar impor e não permitir que
outros nos imponham ou induzam a uma visão única das coisas. Ás vezes é difícil
aceitar que pode haver outro jeito válido de ver a realidade. Mais difícil
ainda é perceber que a gente se ilude e se deixa iludir com facilidade (como
aconselhava o grande mestre Hermógenes: des-iludam-se!) ou que não
enxergamos o que não queremos ver.
Tudo isso é difícil, mas alguma hora a gente enxerga.
Post De Bia Del Picchia
Femininosagrado.com.br
4 de jun. de 2016
3 de jun. de 2016
REGÊNCIA IMPERIAL - Prof. Yuri Almeida/Blog Historia Critica - 3 de junho de 2012.
D.
Pedro I renunciou ao trono em favor de seu filho Pedro de Alcântara, mas este
tinha apenas 5 anos de idade. Assim, o Brasil ficou sendo governado por
regentes de 1831 a 1840. Esse foi o Período Regencial.
A constituição
continuou sendo a de 1824, que foi legítima até o fim da monarquia. O regente
era escolhido pela Assembleia Geral (deputados e senadores). No início teve
três regentes, mas depois decidiram por apenas um.
No período
regencial, a Assembleia teve muito poder, pois os regentes dependiam dela para
governar. Lembrando que a Constituição de 1824 estabelecia o poder moderador.
Como não havia imperador, esse poder ficava suspenso, dando forças ao poder
legislativo.
Foi um período de
instabilidade política, havendo muitas rebeliões pelo país.
O Brasil era
dominado pelos latifundiários, que eram donos de escravos. Não havia respeito à
cidadania dos brasileiros.
O
Unitarismo centralizava o poder. As províncias mais afastadas do sudeste
queriam o FEDERALISMO, que é autonomia as províncias para eleger seus
governantes e instituir seus impostos e leis.
Partidos Políticos
Havia
2 partidos políticos: “Liberais Moderados” e “Liberais Exaltados”
Os Moderados
aceitavam uma pequena descentralização do poder. Eram ligados aos
latifundiários do sudeste. Como eram beneficiados pela política imperial, não
desejavam grandes mudanças.
Os Exaltados eram
federalistas, queriam grande descentralização do poder e eram ligados as
províncias mais distantes, que na práxis política eram esquecidos pelo Império.
Eles apoiaram muitas revoltas.
Ato Adicional de
1834
Aprovado pela
Assembleia, o Ato Adicional era um conjunto de leis que criava as assembleias
provinciais, o que dava um pouco mais de autonomia as províncias.
Era o nascimento
do que conhecemos hoje como poder legislativo estadual, as assembleias
legislativas.
Os Exaltados
queriam mais autonomia ainda.
Guarda Nacional
Já no início da
Regência houve revoltas populares. Para impedir as manifestações populares, criaram
a Guarda
Nacional, que era formada por homens ricos, prontos para proteger suas propriedades. Isto significa que o Estado brasileiro estava criando uma força de repressão em benefício dos latifundiários e em detrimento das lutas de classes, que se aquecia por melhores condições de vida no Brasil.
Nacional, que era formada por homens ricos, prontos para proteger suas propriedades. Isto significa que o Estado brasileiro estava criando uma força de repressão em benefício dos latifundiários e em detrimento das lutas de classes, que se aquecia por melhores condições de vida no Brasil.
Entre as rebeliões
podemos destacar a Cabanagem, a Balaiada, a Sabinada e a Farroupilha.
A Cabanagem aconteceu no Grão-Pará (norte do Brasil). Os rebeldes eram pessoas pobres que moravam em cabanas, lideradas por fazendeiros Exaltados.
Em 1835 invadiram
o palácio do governador em Belém, tomando o poder alguns fazendeiros.
Estando no poder,
os fazendeiros do Partido Exaltado propuseram que o povo deixasse as armas. Os
cabanos não aceitaram e derrubaram o governo, tomando o poder.
As famílias ricas
fugiram de Belém. O governo central enviou tropas e derrotou os cabanos, sendo
perseguidos, fuzilados ou presos.
Cerca de um terço
da população foi exterminada.
A Balaiada
aconteceu no Maranhão e Piauí. O Partido Exaltado incentivava a Balaiada, mas
perderam o controle depois das revoltas.
Os balaios eram
homens pobres, vaqueiros, artesãos, etc. Eles moviam pelo sertão atacando
cidades e fazendas, utilizando táticas de guerrilha. Os balaios se uniram com
quilombolas na luta.
Tomaram a cidade
de Caxias. Queriam que os comerciantes portugueses fossem expulsos do Brasil e
a extinção da polícia, pois ela oprimia os pobres e obedecia aos
latifundiários.
O governo
regencial enviou tropas comandadas por Duque de Caxias. Houve fuzilamento e
incêndio de aldeias.
Os líderes balaios
foram presos e enforcados. Milhares de pessoas foram mortas.
Em Salvador, na
Bahia, ocorreu a Sabinada. Revolta liderada pelo médico, militar e jornalista
Francisco Sabino, com apoio da população.
Formaram um
exército com negros. Baseados na Revolução Francesa queriam igualdade social.
Fazendeiros baianos fugiram de medo.
O governo
regencial atacou os revoltosos. Morreram mais de mil e milhares foram presos.
Jamais o governo
apoiaria uma revolta que tinha em seu corpo negros e escravos.
De 1835 a 1845 houve a Farroupilha. Conflito que ocorreu no Rio Grande do Sul. Os Exaltados da província eram chamados de Farroupilhas ou Farrapos.
O sul produzia
charque, que era comprado para alimentar escravos. Mas os fazendeiros do
sudeste preferiam comprá-lo da Argentina e Uruguai porque era mais barato. Os
impostos sobre o charque gaúcho eram maiores do que as taxas alfandegárias do
charque importado.
Não foi uma
revolta popular. Fazendeiros queriam menos impostos e o aumento das taxas
alfandegárias sobre o charque, sebo e couro.
O fazendeiro Bento
Gonçalves formou um exército para lutar contra o governo central. Tomaram Porto
Alegre e chegaram até Santa Catarina. Alguns propuseram o separatismo, ou seja,
criação de um novo país no sul.
O governo enviou
tropas comandadas por Duque de Caxias, que derrotou os farroupilhas.
O Rio Grande do
Sul se rendeu, mas não houve fuzilamentos e nem milhares de prisões, pois os
farrapos eram fazendeiros ricos. As taxas alfandegárias sobre o charque foram
aumentadas.
Regresso
Conservador
As elites estavam
cansadas de tantas revoltas populares. Para manter a ordem no país, propuseram
restaurar o poder central, com a volta da figura do imperador.
Pedro de Alcântara
tinha 14 anos de idade. Por isso, deram o GOLPE DA MAIORIDADE em 1840, coroando
D. Pedro II imperador do Brasil, encerrando o período de regentes.
Prof. Yuri Almeida.
2 de jun. de 2016
6 horas de The Best Beethoven - Piano Música Clássica - por JAB
Estas seis horas de
música clássica apresenta algumas sonatas de Ludwig van Beethoven, o famoso
compositor e pianista alemão.
É a lista de reprodução perfeita para estudar,
relaxar, trabalhos de casa, sono, bebês, relaxamento profundo e mediação. Aproveite:
Track listing:
Sonata 25 in G Op.79 - II - Andante
Sonata 11 in Bb Op.22 - III - Minuetto
Sonata 19 in G Op.49.1 - I - Andante
Sonata 13 in Eb Op.27,1 - I - Andante - Allegro - Tempo 1
Sonata 26 in Eb Op.81a 'Les adieux' - III - Das wiedersehn
Sonata 11 in Bb Op.22 - IV - Rondo allegretto
Sonata 26 in Eb Op.81a 'Les adieux' - I - Adagio - allegro
Sonata 04 in Eb Op.7 - I - Allegro molto e con brio
Sonata 28 in A Op.101 - II - Vivace alla marcia
Sonata 06 in F Op.10 - III - Presto
Sonata 11 in Bb Op.22 - I - Allegro con brio
Sonata 29 in Bb Op.106 'Hammerklavier' - II - Scherzo
Sonata 26 in Eb Op.81a 'Les adieux' - II - Andante
Sonata 22 in F Op.54 - I - In tempo d'un menuetto
Sonata 06 in F Op.10 - I - Allegro
Sonata 01 in F Op.2,1 - II - Adagio
Sonata 10 in G Op.14,2 - II - Andante
Sonata 03 in C Op.2,3 - III - Scherzo Allegro
Sonata 03 in C Op.2,3 - IV - Allegro Assai
Sonata 22 in F Op.54 - II - Allegretto
Sonata 32 in C Op.111 -II -Arietta - Adagio
Sonata 10 in G Op.14,2 - III - Scherzo - Allegro assai
Sonata 16 in G Op.31,1 - III - Rondo allegretto
Sonata 04 in Eb Op.7 - II - Largo con gran espressione
Sonata 20 in G Op.49,2 - I - Tempo di menuetto
Sonata 25 in G Op.79 - I - Presto alla tedesca
Sonata 19 in G Op.49.1 - II - Rondo allegro
Sonata 25 in G Op.79 - III - Vivace
Sonata 10 in G Op.14,2 - I - Allegro
Sonata 16 in G Op.31,1 - I - Allegro vivace
Sonata 07 in D Op.10 - III - Menuetto allegro
Sonata 07 in D Op.10 - IV - Rondo allegro
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - I - Allegro
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - III - Scherzo - Allegro
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - IV - Rondo Allegro
Sonata 20 in G Op.49,2 - I - Allegro ma non troppo
Sonata 07 in D Op.10 - I - Presto
Sonata 17 in D Op.31,2 'Tempest' - I - Largo allegro
Sonata 02 in A Op.2,2 - II - Largo appassionato
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - II - Andante
Sonata 28 in A Op.101 - I - Etwas lebhaft
Sonata 28 in A Op.101 - IV - Allegro
Sonata 02 in A Op.2,2 - III - Scherzo Allegretto
Sonata 02 in A Op.2,2 - IV - Rondo Grazioso
Sonata 27 in E Op.90 - II - Nicht zu gexchwind
Sonata 30 in E Op.109 - I - Vivace - II - Prestissimo
Sonata 09 in E Op.14,1- I -Allegro
Sonata 09 in E Op.14,1- III -Rondo allegro comodo
Sonata 24 in F# Op.78 'for Therese' - I - Adagio - Allegro
Sonata 24 in F# Op.78 'for Therese' - II - Allegro vivace
Sonata 23 in F Op.57 'Appassionata' - II - Andante
Sonata 14 in C# Op.27,2 - 'Moonlight' - II - Allegretto
Sonata 31 in E Op.110 - I - Moderato cantabile molto expressivo
Sonata 13 in Eb Op.27,1 - III - Adagio con expressione
Sonata 13 in Eb Op.27,1 - IV - Allegro vivace
Sonata 31 in E Op.110 - IV - Fuga - Allegro ma non troppo
Sonata 04 in Eb Op.7 - III - Allegro
Sonata 18 in Eb Op.31,3 - I - Allegro
Sonata 04 in Eb Op.7 - IV - Rondo poco allegretto
Sonata 12 in Ab Op.26 - I - Andante con variazioni
Sonata 12 in Ab Op.26 - IV - Allegro
Sonata 25 in G Op.79 - II - Andante
Sonata 11 in Bb Op.22 - III - Minuetto
Sonata 19 in G Op.49.1 - I - Andante
Sonata 13 in Eb Op.27,1 - I - Andante - Allegro - Tempo 1
Sonata 26 in Eb Op.81a 'Les adieux' - III - Das wiedersehn
Sonata 11 in Bb Op.22 - IV - Rondo allegretto
Sonata 26 in Eb Op.81a 'Les adieux' - I - Adagio - allegro
Sonata 04 in Eb Op.7 - I - Allegro molto e con brio
Sonata 28 in A Op.101 - II - Vivace alla marcia
Sonata 06 in F Op.10 - III - Presto
Sonata 11 in Bb Op.22 - I - Allegro con brio
Sonata 29 in Bb Op.106 'Hammerklavier' - II - Scherzo
Sonata 26 in Eb Op.81a 'Les adieux' - II - Andante
Sonata 22 in F Op.54 - I - In tempo d'un menuetto
Sonata 06 in F Op.10 - I - Allegro
Sonata 01 in F Op.2,1 - II - Adagio
Sonata 10 in G Op.14,2 - II - Andante
Sonata 03 in C Op.2,3 - III - Scherzo Allegro
Sonata 03 in C Op.2,3 - IV - Allegro Assai
Sonata 22 in F Op.54 - II - Allegretto
Sonata 32 in C Op.111 -II -Arietta - Adagio
Sonata 10 in G Op.14,2 - III - Scherzo - Allegro assai
Sonata 16 in G Op.31,1 - III - Rondo allegretto
Sonata 04 in Eb Op.7 - II - Largo con gran espressione
Sonata 20 in G Op.49,2 - I - Tempo di menuetto
Sonata 25 in G Op.79 - I - Presto alla tedesca
Sonata 19 in G Op.49.1 - II - Rondo allegro
Sonata 25 in G Op.79 - III - Vivace
Sonata 10 in G Op.14,2 - I - Allegro
Sonata 16 in G Op.31,1 - I - Allegro vivace
Sonata 07 in D Op.10 - III - Menuetto allegro
Sonata 07 in D Op.10 - IV - Rondo allegro
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - I - Allegro
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - III - Scherzo - Allegro
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - IV - Rondo Allegro
Sonata 20 in G Op.49,2 - I - Allegro ma non troppo
Sonata 07 in D Op.10 - I - Presto
Sonata 17 in D Op.31,2 'Tempest' - I - Largo allegro
Sonata 02 in A Op.2,2 - II - Largo appassionato
Sonata 15 in D Op.28 'Pastorale' - II - Andante
Sonata 28 in A Op.101 - I - Etwas lebhaft
Sonata 28 in A Op.101 - IV - Allegro
Sonata 02 in A Op.2,2 - III - Scherzo Allegretto
Sonata 02 in A Op.2,2 - IV - Rondo Grazioso
Sonata 27 in E Op.90 - II - Nicht zu gexchwind
Sonata 30 in E Op.109 - I - Vivace - II - Prestissimo
Sonata 09 in E Op.14,1- I -Allegro
Sonata 09 in E Op.14,1- III -Rondo allegro comodo
Sonata 24 in F# Op.78 'for Therese' - I - Adagio - Allegro
Sonata 24 in F# Op.78 'for Therese' - II - Allegro vivace
Sonata 23 in F Op.57 'Appassionata' - II - Andante
Sonata 14 in C# Op.27,2 - 'Moonlight' - II - Allegretto
Sonata 31 in E Op.110 - I - Moderato cantabile molto expressivo
Sonata 13 in Eb Op.27,1 - III - Adagio con expressione
Sonata 13 in Eb Op.27,1 - IV - Allegro vivace
Sonata 31 in E Op.110 - IV - Fuga - Allegro ma non troppo
Sonata 04 in Eb Op.7 - III - Allegro
Sonata 18 in Eb Op.31,3 - I - Allegro
Sonata 04 in Eb Op.7 - IV - Rondo poco allegretto
Sonata 12 in Ab Op.26 - I - Andante con variazioni
Sonata 12 in Ab Op.26 - IV - Allegro
Refl...
C. G. Jung chamava esse
processo de individuação, que é, dentre outras definições, o viver a
sua própria individualidade no coletivo.
A construção
do próprio eu maduro
é tarefa árdua e se processa na intimidade
da consciência de cada um, constituindo-se
num aprendizado inalienável e sujeito a percalços
diversos.
O grande rival
é o próprio indivíduo com sua tendência imitativa
de igualar-se ao senso comum.
O Impeachment da Presidente Dilma é um golpe, a roubalheira do PT, PP, PSDB, DEM, PMDB... é real.
Juca Ferreira diz
que Governo Temer representa a oligarquia mais retrógrada do país no entanto,
reconhece erros do seu partido que deram espaço para os ataques da oposição.
Ex-ministro de Dilma, Juca Ferreira em entrevista, diz: ( por
CECILIA BALLESTEROS)
P. João
Vicente Goulart, filho do presidente João Goulart, deposto pela ditadura em
1964, também declarou que há semelhanças com aquela época, embora o defina como
“golpe baixo”.
R. Em nenhum
momento ele minimizou o ataque golpista contra Dilma. Ao contrário, disse que a
destituição de uma presidenta eleita com 54 milhões de votos por 367
parlamentares, dos quais quase 300 estão sob investigação, é um golpe baixo,
disfarçado de legalidade. Usou uma frase que sintetiza este processo: “Trocaram
as baionetas pelas togas”.
P. Você não
acha que o PT tem alguma responsabilidade nos acontecimentos, dada a sucessão
de escândalos de corrupção, como o da Petrobras e o mensalão?
R. Claro. O
PT e os Governos petistas erraram. Primeiro, permitindo que alguns militantes
se envolvessem em escândalos de corrupção. O PT é um partido que se consolidou
empunhando a bandeira da ética. Não deveria ter cometido irregularidades que
afetassem o Governo e empresas privadas. Não deveria ter posto em risco uma
empresa como a Petrobras. Repetiu o modus operandi da direita que
dominou o Estado brasileiro durante 500 anos. Outra falha é não ter feito
grandes reformas num momento em que o Governo tinha força e credibilidade.
Também houve erros no comando da política econômica durante o primeiro mandato
de Dilma, e isso abriu espaço para os ataques da oposição.
31 de mai. de 2016
(...é preciso que haja a possibilidade do clinámen, do desvio...)
O vídeo
faz parte da Série Ética, da TV Cultura.
Aqui, o saudoso professor José Américo Motta Pessanha , falecido
em 1993, aborda o tema da Ética conforme a concepção dos antigos gregos. A
ênfase, contudo, é dada ao pensamento de Epicuro. Bem mais que conteúdo
acadêmico, o tema da Ética é uma proposta para o enfrentamento da vida, para
o saber viver.
MATA ATLÂNTICA

Não foi
o gato que comeu, mas mesmo assim restam apenas 12,5% da floresta original. A
Mata Atlântica é a casa de mais de 145 milhões de pessoas, além de centenas de
outras espécies.
Acesse www.aquitemmata.org.br, descubra se
ainda existe floresta perto de você e quais são os índices de desmatamento do
bioma mais ameaçado do Brasil.
ADOTE UMA CANECA NO TRABALHO

Com pequenos gestos, podemos contribuir para a
preservação do meio ambiente. Um copinho de plástico demora, em média, 50 anos
para se decompor. Muitas gerações virão e o seu copo ainda estará sujando
planeta. Além disso, a produção de copos gasta insumos e energia elétrica que
também tem impacto no meio ambiente. Pense nisso!
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