12 de jul. de 2016
Uma dica: Perca um pouco de seu tempo e faça um programa de Índio. Escolha uma noite de céu sem nuvens e saía para observar as estrelas! Uma vida tensa sem nenhum vínculo com a natureza está sendo, cientificamente bastante discutida. Preguiça, mau humor, tristeza... Deixe o Índio que pouco a pouco está morrendo, sobreviver. Transforme o que seria um tempo perdido, em uma boa doze de vida renovada. Acredite, vá!
11 de jul. de 2016
Primavera - "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1"
A primaverá chegara, mesmo que ninguém saiba mais o seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la.
releituras._primavera.
10 de jul. de 2016
9 de jul. de 2016
Christian Dunker: "Falta ao brasileiro a verdadeira tristeza" ------ 14ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip)
O psicanalista afirma que o neoliberalismo cria
sofrimento e ensina o indivíduo a administrá-lo para gerar mais produtividade
SÉRGIO
GARCIA, DE PARATY
Ao lado da argentina radicada no Rio de Janeiro Paula
Sibilia, o psicanalista brasileiro Christian Dunker participou de uma
das palestras que mais repercutiram nesta 14ª edição da Flip. Eles
criticaram a espetacularização da vida pessoal e fazem coro que a ocupação de
escolas seja o início de uma nova era no ensino. Autor da tese do “narcisismo
à brasileira”, Dunker diz que aqui se tem enorme dificuldade de lidar com a
derrota, que é fundamental para o amadurecimento. Depois do encontro na Tenda
dos Autores, ele autografou o livro Mal-estar, sofrimento e sintoma e
em seguida conversou com ÉPOCA.
![]() |
O
psicanalista Christian Dunker. "A rede social criou uma ilusão de
que no fundo você é a majestade" (Foto: Walter Craveiro)
|
ÉPOCA – O senhor cunhou a expressão "narcisismo à brasileira"
para se referir a um determinado comportamento que temos aqui. Quais os
componentes genuinamente nacionais desse narcisismo?
Christian Dunker – Estudei um fenômeno contemporâneo, a partir dos anos
1970, que tem a ver com a solução para um Estado que não conseguiu dar conta de
um projeto que ele mesmo criou de ocupar o norte e organizar as cidades que se
urbanizavam e recebiam muitos imigrantes. Isso gerou um narcisismo à
brasileira, que se revela em alguns elementos. Criou-se um mundo isolado
materialmente entre as pessoas. Você então se refugia nele e pensa que ali terá
uma vida viável. Isso vai acontecer nos condomínios das grandes
cidades, por exemplo, mas não só. Há outras áreas em que o Estado também vai se
demitir de sua função, como nas favelas. É como se dissesse: urbanização, nós
estamos fora, e vocês, moradores, é que vão dar seu jeito. Outro local são as prisões.
O Estado levanta muros, e os presos lá dentro que se virem. E, por fim, os shoppings,
que adquiriram uma função educativa de ser um berçário da classe média. Todos
esses lugares ganham leis próprias. E isso é típico do narcisismo à brasileira:
põe muro, põe síndico, e daí temos outro fenômeno, que é a hipertrofia da lei,
em que se vai criando lei com base em exceções. Temos uma Constituição gigantesca,
com códigos de todo tipo e que a gente está sempre desobedecendo.
ÉPOCA – O escritor americano Benjamin Moser, um estudioso do Brasil, disse
numa roda da Flip que se surpreendeu ao chegar ao país, há 20 anos, e ver que,
ao contrário da imagem padrão, o povo daqui é triste e que está sempre se
decepcionando com as expectativas criadas. Concorda?
Dunker – Aí tem um detalhe clínico. Esse narcisismo à brasileira não é
alegre nem triste, ele é maníaco. Axé, euforia, Carnaval, estar sempre up não é
alegria. Esse estado de agitação e euforia só secundariamente é acompanhado da
verdadeira alegria e também da verdadeira tristeza, que é uma coisa que nos
falta muito. Durante um evento como o 7 a 1 para a Alemanha, é
muito saliente para um analista que não tenha havido luto por aqui. Aquela
coisa: vamos enterrar a CBF, nos despedir desse tipo de técnico, vamos
repensar que morreu um certo futebol que a gente tinha. E ninguém falou nisso,
porque não há espaço para luto, não há espaço para a derrota. A derrota é
antinarcísica: eu não consegui ser forte o suficiente. Um país que não sabe
lidar com perdas não consegue se reconstruir. Para nós, a tristeza virou
frustração, virou impotência. Se você está triste é porque você perdeu, no
sentido de que seu narcisismo foi abalado. Aqui tem essa confusão da tristeza
com a depressão. Se você não deu certo é porque não conseguiu fazer as escolhas
corretas do ponto de vista do show de seu eu.
ÉPOCA – É possível botar o brasileiro no divã?
Dunker – Aí tem uma coisa interessante, que é o fato de o Brasil já
estar no divã faz muito tempo, devido a um fato histórico que é pouco
pronunciado e estudado. A psicanálise entrou em nossa universidade e em nossa
psiquiatria nos anos 1920, 1930, que é quando o Brasil estava começando a se
pensar. As grandes narrativas do Brasil ainda são desse período. É Sérgio
Buarque de Hollanda,Gilberto Freyre, Caio Prado. Todos eles vieram depois do Freud.
O Brasil começou a se pensar com a psicanálise. Isso não aconteceu naArgentina, nos Estados
Unidos, na África do Sul ou na Austrália. E somos um país muito
peculiar do ponto de vista da psicanálise, que continua dando certo por aqui. A
psicanálise não é só a solução, é um sintoma do Brasil.
ÉPOCA – Como as redes sociais entram nessa história do narcisismo à
brasileira?
Dunker – Na rede social, o Google e o Facebook vão
lhe sugerindo amigos que são como você, vão instruindo pessoas que pensam como
você. Ao contrário do que se pensa, o mundo não vai se ampliando, ele vai
diminuindo de tamanho. Você vai compactando o narcisismo. E o que acontece
quando a pessoa acha que o mundo inteiro é feito de gente como ela? Fica
corajosa para caramba. Essa soberba e o desdém pelo outro são muito
potencializados quando se está no ambiente virtual. E o sofrimento decorrente
disso também é brutal. O cara vai vivendo numa bolha e, quando sai da internet,
tem uma descompressão narcísica que dá embolia. Se você saiu da internet e as
massas não se levantaram a seu favor, é porque você tem um problema. E no fundo
o neoliberalismo está inoculando a ideia de que você dá errado por
sua causa.
ÉPOCA – As pessoas estão virando microempresas?
Dunker – Exatamente. É isso que estamos estudando na USP agora.
O neoliberalismo cria um sofrimento e mostra como você deve administrá-lo para
gerar mais produtividade. E, quando não consegue, você cai em depressão, fica
excluído do sistema e vai para o depósito. Essa ideia está apoiada numa outra
de que todo mundo deve se pensar como empresa. A educação tem de se pensar como
empresa. E, se pensar educação como empresa, isso vai terminar mal.
ÉPOCA – Você citou uma expressão de Freud para determinar quem era a
autoridade da casa: “sua majestade, o bebê”. A gente pode parodiar que, hoje,
nas redes sociais vale o “sua majestade, o soberbo”?
Dunker – Exatamente. A rede social criou uma ilusão de que no fundo
você é a majestade. Você detona os inimigos, dá opiniões que vão se espalhar
pelo mundo. É uma ilusão.
7 de jul. de 2016
O Reino Unido invadiu o Iraque “sem esgotar opções pacíficas”, diz relatório -x-x-x-x-x- O mundo imundo do capitalismo selvagem -x-x-x- “Invade e mata agora, pedimos desculpas depois.”
UMA ALIANÇA ESPECIAL
O presidente
norte-americano Barack Obama, numa entrevista coletiva ao lado do
primeiro-ministro britânico David Cameron, fez a seguinte declaração em julho
de 2010: “Nunca é demais enfatizar: os Estados Unidos e o Reino Unido têm uma
relação muito especial. Nós temos o mesmo legado. Compartilhamos os mesmos
valores. . . . Acima de tudo, nossa aliança prospera porque promove nossos
interesses em comum. . . . Quando os Estados Unidos e o Reino Unido estão
juntos, nosso povo — e as pessoas do mundo todo — fica mais seguro e prospera
mais. Resumindo, os Estados Unidos não têm um aliado mais unido e um parceiro
mais forte do que a Grã-Bretanha.”
Por que o início da venda de maconha preocupa farmácias uruguaias
Em meio a ressalvas
de farmacêuticos, temores de segurança e promessas de lucros, o Uruguai
colocará em prática no próximo mês a venda de maconha em farmácias.
Em 25 de julho,
"com uma margem de erro de dez dias para mais ou para menos", a
cannabis para uso recreativo será ofertada nos estabelecimentos, afirmou à BBC
Brasil, Milton Romani, secretário-geral da Junta Nacional de Drogas.
O órgão
interministerial é o responsável por levar adiante a política concebida no
governo de José Mujica, e que tem continuidade na gestão do atual presidente,
Tabaré Vázquez.
Essa é a terceira e
última etapa da implantação da lei, aprovada em 2013, que determina a
estatização da maconha recreativa nas etapas de produção, distribuição e venda.
As duas primeiras
fases, já implementadas, foram a liberação do cultivo doméstico e da criação
dos clubes canábicos, mediante registro nos órgãos governamentais.
Em meados de julho,
o país dará início ao registro de consumidores que desejam obter a droga nas
farmácias - o procedimento será realizado nos Correios do país e será feito por
meio do registro das impressões digitais dos interessados.
E, no final do mês,
50 estabelecimentos em todo o território darão início à venda, em sistema
experimental. A maioria dos postos de distribuição se concentrará em Montevidéu
e em Canelones, departamento (Estado) vizinho à capital.
Para adquirir, o
usuário não precisará dizer o nome nem mostrar nenhum documento. Apenas deverá
passar os dedos por uma máquina de leitura de impressões digitais, que
informará ao farmacêutico que a pessoa possui o registro.
Poderão ser
comprados 10 gramas por semana - o limite para cada consumidor é de 40 gramas
por mês.
Desconfiança e lucro
O Ircca (Instituto
de Regulação e Controle da Cannabis) assinou um acordo de adesão com as
entidades que representam donos de farmácias, incluindo as duas principais
redes do setor, para a venda nesta etapa inicial ou depois que o sistema
estiver totalmente implantado.
Há resistências por
parte de algumas empresas e de farmacêuticos à frente dos estabelecimentos, que
manifestam temores especialmente quanto à segurança das farmácias - sobretudo
em regiões onde o narcotráfico é mais atuante.
O governo oferece
aos comerciantes uma margem de lucro de 30% sobre o preço básico de venda, e os
empresários do setor estão negociando remunerações extras para os farmacêuticos
à frente dos lugares que vendam maconha.
Cálculos do governo
estimam que o comércio aumentará a renda dos estabelecimentos em US$ 2 mil (cerca
de R$ 6,8 mil) por mês. A droga chegará às farmácias por US$ 0,90 por grama
(aproximadamente R$ 3) e será vendida ao consumidor por US$ 1,17 por grama
(cerca de R$ 4).
"Em farmácias
do interior, surgiu a questão de que muitos donos temem que o consumidor
frequente não queira adquirir seus medicamentos ao lado de um 'maconheiro' que
esteja ali no balcão, no mesmo momento. Isso vem aparecendo. E também há uma
certa desconfiança, muita gente acha que não vamos implantar o sistema",
diz o secretário-geral.
"Se as
farmácias continuarem conosco, muito bem. Se não, usaremos outro sistema de
distribuição. Vamos cumprir a lei. Em Washington e no Colorado, há o livre
mercado. Nós não estamos de acordo com isso. Queremos que a venda seja regulada
e controlada, e que se crie uma relação confiável entre o usuário e os
provedores."
A atual etapa de
implantação da lei é considerada a mais complexa por vários fatores: segurança,
logística, adesão de farmácias e por causa da mudança cultural exigida de boa
parte dos frequentadores de farmácias no Uruguai.
Mas o principal
desafio consiste em se tornar a modalidade de acesso à droga que deverá ser
procurada pela maioria dos consumidores do país.
De acordo com
levantamento da Associação de Estudos de Cannabis do Uruguai, 80% dos
consumidores de maconha no país (128 mil pessoas) deverão utilizar essa opção
de compra. Segundo estimativas oficiais, há um total de 160 mil usuários
regulares no Uruguai.
"Nosso enfoque
é de saúde e de proteção de direitos. Primeiro, deixamos de estigmatizar o
usuário. Obviamente que o consumo traz seus riscos, mas sabemos também que há
consumidores de cannabis que não apresentam grandes problemas. E, se há
problemas, é preferível que haja uma relação transparente com o Estado, e não
persecutória", diz Romani.
"Não estamos
regulando a cannabis porque se trate de um doce. Estamos regulando justamente
porque se trata de uma droga perigosa. O controle penal proibicionista vem
gerando mais danos do que a própria droga em si."
Nova licitação
A colheita dos
primeiros lotes já está sendo realizada pelas empresas ICCorp e Simbiosys,
vencedoras da licitação para essa etapa inicial.
Como essa produção
não será suficiente para abastecer o mercado local, o governo deverá
selecionar, mediante uma segunda licitação, novas companhias interessadas em
plantar, colher e processar maconha no país.
"Vamos proceder
de forma paulatina. É a primeira vez que se faz isso no mundo. Nosso temor é que,
por ter pressa, cometamos erros e não possamos avançar depois. O que começa
agora será um plano piloto", diz o secretário-geral.
A maconha será
vendida como uma "variedade vegetal com índice psicoativo". Romani
afirma que a droga não poderá estar exposta dentro das farmácias, e que haverá
três variedades de cannabis, que serão oferecidas por grau de intensidade.
A venda será
permitida apenas a maiores de 18 anos, uruguaios ou estrangeiros com mais de
dois anos de residência no país e que tenham registro prévio efetuado nos
Correios.
Desde 1974, é
permitida no Uruguai a posse de qualquer tipo de droga para consumo próprio.
FONTE: BBC BRASIL
6 de jul. de 2016
AGROECOLOGIA
O que estamos ensinando aos
nossos filhos?
Filho,
Ama o próximo como a ti mesmo, seja o próximo ser humano, animal, vegetal ou mineral.
Ama o próximo como a ti mesmo, seja o próximo ser humano, animal, vegetal ou mineral.
A natureza está tanto fora como dentro de ti.
Observe e respeite seus ciclos e suas leis de evolução.
Se tua mãe necessitasse tomar fertilizante para engravidar
e durante a tua gestação estivesse doente, tomando remédios, como estaria teu
organismo quando nasceste?
Teu organismo já nasceria com imunidade baixa e dependente
de remédios.
Para colher bons frutos antes é preciso garantir a
fertilidade natural da mãe terra através de uma boa nutrição orgânica. Uma
terra com fertilidade natural é cheia de vida e não precisa de remédios.
A semeadura deve ser realizada no momento e forma
adequados. Lembra que tu és a natureza.
Assim como tu cultivas, és cultivado.
A vida é dinâmica, o que nutre a planta hoje nutrirá você e
seus filhos amanhã.
Oliberto Amante
Vamos lembrar o Presidente LULA falando no dia 30 de março de 2009? Vamos lá!
Paris, 30 mar 2009
(EFE).
- O presidente
Luiz Inácio Lula da Silva considera que a reunião do Grupo dos Vinte (G20, os
países ricos e os principais emergentes) na próxima quinta-feira, em Londres,
"não pode decepcionar" e deve dar respostas à atual "crise de
civilização".
"Mais que uma grave crise econômica, estamos diante de uma crise de civilização" que exige "novos paradigmas, novos modelos de consumo e novas formas de organização da produção", ressalta Lula, em artigo publicado hoje pelo jornal francês "Le Monde".
Lula, que esta semana fará uma breve escala em Paris para preparar a cúpula do G20 com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, acrescenta no artigo que "é importante salvar os bancos", mas "é mais importante ainda proteger os empregos e impulsionar a produção".
O G20, acrescenta, deve oferecer soluções para resistir aos efeitos "devastadores" da crise e dirigir para "uma profunda reformulação da economia internacional a médio e longo prazo".
Entre as medidas
mais urgentes, o presidente brasileiro cita o restabelecimento do crédito e a
luta contra o protecionismo, para fazer frente à queda do comércio e dos
investimentos em nível mundial.
"Em tempos de crise, o protecionismo, que eu qualifico de droga, aumenta" e isso tem um efeito provisório de euforia, mas, a médio e longo prazo, acaba provocando uma "profunda depressão" com "funestas consequências sociais e políticas".
Outra aposta de Lula prevê o fim dos paraísos fiscais e "democratizar" o Fundo Monetário Mundial (FMI) e o Banco Mundial (BM), instituições que foram "incapazes" de prever e controlar a desordem financeira atual.
Segundo o presidente brasileiro, a crise trouxe à tona os profundos erros de políticas econômicas que se apresentaram como infalíveis e a fragilidade dos organismos multilaterais de Bretton Woods.
Definitivamente,
mostrou que os instrumentos econômicos de regulação são obsoletos, acrescenta Lula,
antes de insistir em que "precisamos de uma sociedade na qual homens e
mulheres sejam atores de sua história, e não vítimas da irracionalidade que
reinou nestes últimos anos".
Postado por Joel
Gomes
Estupor - Paulo Leminski
esse súbito não ter
esse estúpido querer
que me leva a duvidar
quando eu devia crer
esse sentir-se cair
quando não existe lugar
aonde se possa ir
esse pegar ou largar
essa poesia vulgar
esse estúpido querer
que me leva a duvidar
quando eu devia crer
esse sentir-se cair
quando não existe lugar
aonde se possa ir
esse pegar ou largar
essa poesia vulgar
que não me deixa mentir.
Demissão
Este mundo não presta, venha outro.
Já por tempo de mais aqui andamos
A fingir de razões suficientes.
Sejamos cães do cão: sabemos tudo
De morder os mais fracos, se mandamos,
E de lamber as mãos, se dependentes.
Já por tempo de mais aqui andamos
A fingir de razões suficientes.
Sejamos cães do cão: sabemos tudo
De morder os mais fracos, se mandamos,
E de lamber as mãos, se dependentes.
José Saramago,
in "Os Poemas Possíveis
in "Os Poemas Possíveis
4 de jul. de 2016
Em Prados, dias 08 e 09 de Julho, o Passeio a Serra 2016
O passeio
ecológico mais antigo do Brasil, o Passeio a Serra, chega à sua 148ª edição em
Prados. Há mais de um século é assim, no segundo fim de semana de julho os
pradenses celebram sua montanha mais adorada, e sobem a serra.
Tradicional
retreta da lira, som mecânico, quadrilha e Banda Raiz em um evento para ajudar
a APAE de Prados. Confira a programação completa.
Assinar:
Comentários (Atom)













