Nigel Amon - Cubisme Africain

Nigel Amon   -   Cubisme Africain

22 de ago. de 2019

Floresta em chamas: O fogo ocorre principalmente em propriedades particulares - Bolsonaro acredita ser terrorismo de ONGs

"É humanamente impossível atender todas as ocorrências que chegam, se tivermos de 30 a 40 queimadas urbanas em um dia, por exemplo. Vamos atendendo até quando o efetivo der", afirmou o major Antônio Marco Guimarães ao G1 Mato Grosso.

Fumaça de queimadas combinadas em Rondônia, Bolívia e Paraguai cobre o Sol no norte do Paraná, a mais de 2 mil km de distância




As florestas queimam como nunca antes nos últimos cinco anos no Brasil. O país registrou, entre janeiro e o último dia 19 de agosto, um aumento de 83% das queimadas em relação ao mesmo período de 2018, com 72.843 focos de incêndios até o momento. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora o desmatamento por meio de imagens de satélite e foi desacreditado pelo presidente Jair Bolsonaro, que chegou a questionar a veracidade dos dados de desmatamento do instituto.
O fogo está progredindo mesmo em áreas de proteção ambiental: 68 incêndios foram registrados em territórios indígenas e áreas de conservação somente nesta semana, a maioria deles na região amazônica. O estado de Mato Grosso, na região centro-oeste do Brasil, lidera as queimadas com 13.682 focos de incêndio em 2019 - um aumento de 87% em relação ao mesmo período do ano passado -, segundo o INPE. Mesmo entre julho e setembro, quando é proibido promover queimadas naquele Estado, houve um aumento de 205% no número de incêndios.
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/21/

Um alpinista que acha que vai encontrar neve imaculada no Everest pode ter uma surpresa desagradável.


O Everest, um lixão no teto do mundo

Barracas fluorescentes, material de escalada e até excrementos. 
Em 2017, os alpinistas na vertente nepalesa recuperaram cerca de 25 toneladas de resíduos sólidos e 15 toneladas de dejetos humanos






“É nojento, um espetáculo repugnante”, diz Pemba Dorje Sherpa, um guia nepalês que chegou 18 vezes ao Everest. “A montanha tem toneladas de resíduos.”

21 de ago. de 2019

Kelly Matos


@kellymatos
Frota faz um agradecimento especial a Rodrigo Maia, que não consegue segurar as lágrimas. E o momento em que Rodrigo Maia chorou está aqui:


2.206 pessoas estão falando sobre isso

caixa 2?


eleitoral condena Haddad

4 anos e meio no semiaberto por crime de caixa 2


- tá BRINCANDO!
mais E MESMO?
não ACREDITO.

Caixa 2?

uai!

Caixa 2? 

2?

Assim,
aquele negócio de campanha política?

Caixa 2?

não ACREDITO.
mais E MESMO?
- tá BRINCANDO!

música popular brasileira SEM maluco beleza


30 anos
Waldemir Barreto/Agência Senado


















"Bolsonaro vai criar uma indústria da morte", diz o senador Contarato

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) recorreu à Justiça Federal contra o decreto de Jair Bolsonaro que retirou os radares móveis de fiscalização de rodovias federais. “Ao invés de barrar a chamada ‘indústria da multa’, ele vai construir uma ‘indústria da morte’”, afirmou o senador.

No dia 15, Jair Bolsonaro determinou a retirada de todos os radares móveis das rodovias federais. Para ele, os radares apenas servem para aumentar a arrecadação do estado.

Na última tentativa do governo de retirar os radares, em abril, a Justiça interveio e ordenou que os que já estavam instalados fossem mantidos.

Fabiano Contarato lembrou que 50 mil pessoas morrem por ano em acidentes no trânsito e outras 400 mil são mutiladas.

“Um dos únicos mecanismos de redução do número de acidentes no trânsito, principalmente em rodovias federais, pelo excesso de velocidade, é o mecanismo dos radares”, afirmou o senador.

“Se o presidente acha que ele vai acabar com a chamada ‘indústria de multas’, ele vai construir uma ‘indústria de mortes’”, concluiu.


Fonte: Hora do Povo


Que em, hem?


Violência animal em Espanha não pode Mas aqui em Brasil pode.


19 de ago. de 2019

conto


Por que fica de dia e de noite?


Luíza andava muito curiosa, tudo ela queria saber o porquê. E o papai sempre com muita paciência tentava esclarecer todas as suas dúvidas. Até que um dia ela chegou ao papai e perguntou?
- Por que fica de dia e de noite?
O pai respondeu:
- Fica de noite e de dia por causa do movimento de rotação Luíza.
- Movimento do que papai? Ela perguntou confusa
Luíza só tinha 3 aninhos, ops” quase quatro como ela mesma gostava de deixar bem claro, por isso não entendia muito bem algumas palavras, e por isso, o pai pacientemente foi explicar.
- Chama-se movimento de rotação filha, é um movimento que a terra faz em torno de si mesma.
Mas quanto mais o pai falava, mais ela ficava confusa.
- Veja bem, que fruta é essa que o papai está segurando?
- Ah, isso é fácil, uma maçã.
- Isso garota, veja este movimento que faço com a maçã, estou girando ela em torno de si mesma. É desse mesmo jeitinho que a terra, o planeta onde nós vivemos, faz.
- Ah, agora começo a entender, mas ainda não sei por que fica de dia e de noite.
- A terra demora 24 horas para dar uma volta completa em torno de si mesma, ou seja, demora 1 dia.
- Uau! Tudo isso papai?
- Sim, tudo isso, agora preste bem atenção no que vou te falar agora.
Luiz estava super concentrada com olhos  e ouvidos bem abertos.
Então o pai continuou...
- Quando uma parte da terra fica do lado do sol, essa região fica de dia, e a outra parte que fica oposta ao sol fica de noite. Então, uma parte da terra é dia e a outra parte é noite. Você entendeu Luíza?
- Sim papai, entendi tudinho.
- Que bom filha!
À noite, quando a mãe chegou em casa, Luíza correu ao seu encontro com uma maçã na mão.
- Mamãe, mamãe! – Ela gritava
- Oi filhinha, por que tão eufórica?
- Olhe bem para esta maçã, certo?                                                                                       
- Sim, certo, estou vendo. A mãe falou
- Ela é o nosso planeta. Ele gira em torno dele mesmo, como esta maçã está girando. Quando uma parte da terra está virada para o sol, essa região fica de dia, e a outra parte que fica oposta ao sol fica de noite, e tem mais mamãe, uma volta completa dela dura 24 horas e é chamado de ro – ro... Ih! Esqueci essa palavrinha.
- Será movimento de rotação, perguntou a mãe.
- Isso, movimento de rotação. Não é um máximo tudo isso mamãe?
- Nossa! Filha. Estou fascinada com toda essa informação. Que máximo.  
- O papai me ensinou tudo isso hoje mamãe e eu aprendi bem direitinho, não foi papai?
- Sim filha, e como aprendeu! Parabéns!
- Agora papai, fiquei com uma dúvida, por que existem as estações do ano?
- Ah filhinha! Isso já é assunto para outro dia...
O papai e a mamãe riram.
- Agora vá tomar banho que vamos jantar – Falou a mãe
 Luíza saiu feliz, muito contente, como ela gosta de aprender coisas novas!
  

Minéia Pacheco

15 de ago. de 2019

Crianças do Complexo de Favelas da Maré descrevem horror da vida sob fogo cruzado em mais de 1.500 cartas enviadas para a Justiça do Rio, que restabelece regras mínimas para operações policiais no local. Seis jovens morrem nos últimos cinco dias em outras comunidades fluminenses










Foi aprovado hoje (terça-feira, 14) na ALESP o projeto de lei de autoria da conhecida golpista e extrema-direitista Janaína Paschoal,
do PSL, que altera a regulamentação para autorização de partos por cesariana em São Paulo. O projeto pode ser considerado um grande ataque à saúde das mulheres, pois permite a realização de cesáreas sem necessidade de recomendação médica, além de abrir espaço para que médicos se recusem a aceitar os planos de partos de pacientes, podendo induzir a realização de cesáreas e procedimentos cirúrgicos por interesses lucrativos.

por William Nozaki


A existência de uma cultura política fraca e de instituições políticas pouco sólidas, criando um clima muito favorável para a
desqualificação e a criminalização da política em geral e para a construção de uma opinião pública muito suscetível ao moralismo e desejosa menos de justiça e mais de justiçamentos e linchamentos.

"Margaridas na Luta por um Brasil com Soberania Popular, Democracia, Justiça, Igualdade e Livre de Violência".

BRASÍLIA


Marcha das Margaridas termina com demonstração de força e união de 100 mil camponesas

Maior mobilização de trabalhadoras rurais da América Latina evidencia a força das mulheres contra os retrocessos


Foi com brilho nos olhos que agricultoras de 45 anos, chegou a Brasília (DF) esta semana para participar da Marcha das Margaridas 2019. A mobilização reuniu mais de 100 mil mulheres camponesas e foi encerrada nesta quarta-feira (14), com um grande ato que tomou as ruas da capital. A comemoração reuniu caravanas de todas as regiões do país e representantes de cerca de 25 países de diferentes continentes, num verdadeiro mosaico de forças populares. Também se somaram à multidão artistas, deputados federais, senadores e outros parceiros políticos.

“O novo vem do povo, vem do poder popular, desse povo que é mulher. É por todas que vieram antes de nós, Luizas, Dandaras, Marielles, Margaridas, e por uma geração que será livre. Só pararemos de marchar quando todas forem livres”, bradou a deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ).



A marcha, que ocorre a cada quatro anos, reúne, tradicionalmente, mulheres do campo,
da floresta e das águas. Nesta edição, o evento contou com um reforço especial das participantes da 1ª Marcha das Mulheres Indígenas






O evento trouxe como debate político uma plataforma que reforça a luta por direitos, como a defesa dos serviços de saúde e educação públicas, o combate à violência contra a mulher, a preservação da Previdência social, entre outros. Nesse sentido, a marcha é também uma forma de compartilhar anseios comuns e reforçar o horizonte da luta popular.


A maranhense foi uma das cerca de 30 mil pessoas que se aglutinaram na noite de terça (13) no Parque da Cidade para celebrar a abertura oficial do evento, que aconteceu sob o lema "Margaridas na Luta por um Brasil com Soberania Popular, Democracia, Justiça, Igualdade e Livre de Violência"
Vinda do interior do Maranhão, Anecy ela viajou durante mais de dois dias, enfrentou problemas na estrada e o cansaço físico para participar do evento, que é um símbolo da luta popular no Brasil.


Cristiane Sampaio
Brasil de Fato

12 de ago. de 2019


“Desistir... eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei realmente a sério; é que tem mais chão nos meus olhos do que o
cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos, do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça”.


Em nossa cidade a grande preocupação é com crianças e adolescentes ausentes na sala de aula. Estamos vendo que o buraco é mais em cima


Mais da metade da Câmara já teve desconto no salário por ausência; valor total chega a R$ 1,2 milhão

Levantamento indica que 51,2% dos deputados tiveram abatimento no salário por falta em sessões deliberativas no primeiro semestre legislativo. Dados foram obtidos pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação da Câmara dos Deputados.
Por Gabriela Caesar, G1
11/08/2019 15h07 Atualizado há 20 horas