Nigel Amon - Cubisme Africain

Nigel Amon   -   Cubisme Africain

26 de abr. de 2020

Encontre Paulo Guedes na foto oficial



Este é Paulo Guedes




Está a Foto oficial





Um
 ministro
 disfarçado 

 Máscara,



 sem gravata e
sem paletó



Por que Paulo Guedes diferencia
 no traje, nas palmas e disfarça 
na saída do presidente?

Completamente Fora do Tom.

Capitão não gosta não!


1946 - Vicente Celestino - O Ébrio



Do Filme "O Ébrio"

Dentadas


PRENDER POLÍTICO É
QUE NEM PEIDO,VOCÊ
PRENDE,PRENDE,MAS
ACABA SOLTANDO.

CACO DENTÃO

25 de abr. de 2020

Eduardo Dussek - Nostradamus



Lula


247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que Jair Bolsonaro só chegou à presidência da República após Sérgio Moro condenar o petista sem provas no processo do triplex em Guarujá (SP). O ex-presidente fez a postagem no Twitter após um confronto de disputa da opinião pública entre Bolsonaro e Moro, após o ex-juiz pedir demissão do ministério da Justiça devido à exoneração de Maurício Valeixo da Diretoria-Geral da Polícia Federal. 
"Não pode haver inversão da história. O Bolsonaro é filho do Moro, e não o Moro cria do Bolsonaro. Nessa disputa toda, os dois são bandidos, mas é o Bolsonaro que é a cria e não o contrário. E os dois são filhos das mentiras inventadas pela Globo", afirmou o ex-presidente no Twitter.

Um se apresenta e o outro se esconde. Quem entra e quem sai?


'vedete do impeachment" (A próxima novela da Globo )


Ligação de Moro com a Globo prevaleceu e ele quer ser 'vedete do impeachment', diz cientista político



Sputnik News - Segundo cientista político Carlos Eduardo Martins, a demissão de Sergio Moro deve afetar de forma profunda a situação política no Brasil.

Na manhã desta sexta-feira (24) o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu demissão do cargo após a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, ocorrida à sua revelia e sem a sua anuência.


Sergio Moro acusou Jair Bolsonaro de agir politicamente
 na Polícia Federal, deixando em aberto ao público o seu
 próprio futuro, bem como o futuro do governo Jair Bolsonaro.

O cientista político Carlos Eduardo Martins, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, acredita que a demissão de Sergio Moro agrava as fraturas já existentes nas elites brasileiras em relação ao governo de Jair Bolsonaro. Para ele, a gestão macroeconômica realizada pelo ministro da economia Paulo Guedes está sendo "um desastre", acentuado pela pandemia do coronavírus.

"Governo Bolsonaro joga sobre as costas dos
 trabalhadores todo o peso da solução ou 
da suposta solução dessa crise através da
 aceitação das iniciativas de abandono da
 quarentena e exposição dos trabalhadores
 brasileiros à política do genocídio", disse o 
professor para Sputnik Brasil.

O cientista político ressaltou as tensões entre o Grupo Globo e Bolsonaro desde o início do governo. Assim, a Globo seria representante do establishment tradicional e o grupo em torno do governo Bolsonaro seria um grupo emergente, ligado "à face mais agressiva do imperialismo norte-americano", disputando o controle sobre o Estado brasileiro. Nesse contexto, Moro seria uma figura híbrida, "que circula entre essas duas vertentes".

Um
 homem
que deve muito
de sua carreira à projeção
 recebida do Grupo Globo. Então
acho que, nesse momento de desgaste
 do governo Bolsonaro, pesou essa vinculação
de Sergio Moro com o Grupo Globo, que deve entrar
 num confronto de morte com Bolsonaro em função da 
questão da renovação da sua concessão para funcionar
 como grupo midiático no Brasil".

Segundo Martins, o governo perde parte de sua base política com a demissão do ex-juiz da Lava Jato, pois Bolsonaro foi "resultado da culminação do golpe de 2016", que partiu de atores que antecederam o político.

"O governo perde parte de sua base de apoio, mas a direita do Brasil se estilhaça entre um grupo liderado por uma direita tradicional que deu o golpe em 2016 e um grupo emergente, associado ao governo Bolsonaro", argumenta o acadêmico.

Interferência na Polícia Federal

Apesar das declarações de Sergio Moro, feitas na manhã desta sexta-feira, acusando o presidente de ingerência nos assuntos da polícia,
Carlos Eduardo Martins
afirmou que essa prática
também era praticada pelo
ex-juiz.

Martins citou o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), segundo o qual Moro sempre atuou como instrumento de interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal em diversas situações, como no caso de
bloqueio de investigações sobre
 envolvimento de Flávio Bolsonaro
 em esquemas de "rachadinha" em
 sua época de deputado estadual no
 Rio de Janeiro, bem como na intervenção
 em investigações sobre o mandante do
 assassinato da vereadora Marielle Franco.

"Há muito tempo Sergio Moro vem atuando como interventor do governo Bolsonaro na Polícia Federal. Agora Sergio Moro resolveu recuar e eu creio que esse recuo está associado às questões que eu mencionei anteriormente".

O acadêmico acredita que Moro busca ser "a vedete do processo de impeachment" e é o candidato natural da direita à sucessão presidencial em 2022. Já o governo Bolsonaro, segundo o especialista, "vai se aproximando do seu final precoce".

O professor acrescentou que as Forças Armadas provavelmente devem se afastar de Bolsonaro e transferirão todo seu apoio ao vice-presidente Hamilton Mourão.

"Até porque o sucessor de Bolsonaro é Mourão. Mourão é um homem de carreira militar muito mais extensa, louvável, do ponto de vista corporativo e institucional, que a de Bolsonaro. Então Mourão é um homem que tranquiliza as inquietudes dentro das Forças Armadas", explicou Martins.

O cientista político acredita que um processo
de impeachment de Bolsonaro "vai
sangrar a direita internamente" e
 vais ser um processo
 de muito fogo
 cruzado
.
"A esquerda
 tem que ter inteligência,
 ousadia e iniciativa para tirar
partido dessa conjuntura e voltar a
influenciar a opinião pública no Brasil",
concluiu o entrevistado.


E o povo, o que pensa?


Os governo dos EUA já mostrou que está preparados para invadir e destruir qualquer pais no mundo.  "O REI DA GUERA". Mas monstra não ter se preparado para defender seu povo dentro de sua própria casa.

"Paremos o vírus juntos"...


Na Argentina, 

jornais unificam suas capas



‘Covid-19 e os Povos Indígenas’


Total de Casos Covid-19 Brasil

TOTAL DE CASOS
52505
 
ÓBITOS
3570
 
CASOS
 INDÍGENAS
EM ÁREA RURAL
42
 
ÓBITOS 
INDÍGENAS 
EM ÁREA RURAL
4




24 de abr. de 2020

Bolsonaristas se bicam dentro e fora do governo.


Deu  VERMELHO 27


MORO   FORA



Bolsonaro e Moro demitem Valeixo   
que já havia se demitido.
Moro pede demissão 
antes de ser demitido por bolsonaro.
Bolsonaro disse que é a constituição.
Moro mostra a constituição resgada.
Bolsonaro tem o 01 - 02-  03 e o 
04 que pegava todas. 
Moro só queria uma vaga no tribunal.
Bolsonaro queria Moro atrás da faca.
Moro só quer transparência nas câmaras.
Bolsonaro não ver problema em 
casar com filha de contraventora.
Moro vê como bandido todos 
que tem amigo bandido.

“E por aí vai”  

Ninguém ainda falou sobre passeata subversiva
querendo fechar Congresso e STJ.

Ninguém ainda falou sobre provas para condenação.


       

“A casa  caiu”



Moro acusa Bolsonaro

Bolsonaro acusa Moro



Em quem o povo vai acreditar?

 - Quem sabe o Lula aparece pra falar!
Vamos ter que esperar.

Pandemia Brasil

  • Confirmados

    49.492
  • Mortes

    3.313
  • Atualização

    23/04/2020 | 17:20
Fonte: Ministério da Saúde

Qual é o tom? - Vamos de SI - O tom subiu


Velha República ⇆ Nova República


Velha Politica ⇆ Nova Politica



Moro ou Bolsonaro: quem fica 
Ou abrem-se novamente as cortinas da
 discussão republicana



O ministro da justiça Sérgio Moro estaria 
estudando pedir demissão após o 
presidente Jair Bolsonaro (s/p)
 ter informado, nesta quinta-
feira, 23, que pretende 
trocar a diretoria-
geral da Polícia Federal,  
ocupada por Maurício Valeixo. 
O ex-juiz da Lava Jato foi quem indicou
 Valeixo para ocupar o cargo e se mostrou 
resistente  a saída do aliado. (fico SI ele ficar)


"diga ao povo que fico"
Quem?

Pesquisa: opovo 

23 de abr. de 2020

Brasil na imprensa alemã


Der Tagesspiegel – Os pesquisadores ameaçados do Brasil, 09/03/2020
Fugindo do presidente de extrema direita: cada vez mais cientistas se veem obrigados a deixar o país.
"A democracia e a ciência estão ameaçadas no Brasil. Não tenho nenhuma dúvida disso", diz Débora Diniz. Por questões de segurança, a antropóloga e jurista, que trabalha como professora na Universidade de Brasília, prefere não revelar seu paradeiro atual. Em meados de 2018, a pesquisadora, que também atua no Instituto de Bioética Anis, deixou o Brasil – depois de ameaças de morte a ela e sua família. De lá para cá, muitos de seus colegas e também o reitor da universidade foram ameaçados.
Os ataques não pararam nem mesmo com sua "fuga".
Ela pesquisa sobretudo sobre o tema aborto; e diz que tampouco se sente segura no exterior. A pesquisadora faz parte de uma nova geração de exilados brasileiros, um grupo que inclui políticos, escritores, cientistas e outros especialistas. Todos deixaram o Brasil devido a ameaças de morte.
Frankfurter Allgemeine Zeitung – Brasil exporta madeira tropical ilegal, 09/03/2020
No ano passado, milhares de carregamentos de madeira tropical foram exportados do Brasil para o exterior sem autorização das autoridades ambientais brasileiras. Isso foi revelado pela agência Reuters, com base em duas fontes nas instâncias de controle. As exportações de madeira não autorizada chamaram a atenção das autoridades alfandegárias da Europa e Estados Unidos. Elas avisaram as autoridades brasileiras, que autorizaram as exportações de forma retroativa. Segundo um documento, um diretor do Ibama alterou a regulação para que nenhuma inspeção da madeira para exportação fosse necessária.
Süddeutsche Zeitung – Passaporte duplo, 09/03/2020
O ídolo do futebol brasileiro Ronaldinho está em prisão preventiva no Paraguai por causa de um passaporte falso. O advogado dele diz tratar-se de "idiotice".
Ronaldinho, de 39 anos, chegou ao Paraguai na semana passada. Ele deveria participar de uma ação de marketing para um cassino, seguida de um evento beneficente. O prefeito de Assunção havia saudado, no site da prefeitura, a visita do "convidado de honra". A nota sumiu do site, pois logo veio à tona que Ronaldinho apresentara, às autoridades aduaneiras no aeroporto de Assunção, um passaporte paraguaio falso que originalmente havia sido emitido em nome de uma mulher. Por quê?
O advogado de Ronaldinho, Adolfo Marín, garantiu que o ex-jogador dispõe de documentos brasileiros válidos. Por outro lado: há apenas alguns meses se fez troça por as autoridades brasileiras terem retirado o passaporte de Ronaldinho – e o governo do presidente fascistoide Jair Bolsonaro o ter nomeado, mesmo assim, embaixador do turismo em agradecimento ao apoio na campanha eleitoral de 2018. Seja como for, não se sabe por que Ronaldinho apresentou documentos paraguaios falsificados quando chegou a Assunção.
AS/ots