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23/04/2020 | 17:20
27 de abr. de 2020
26 de abr. de 2020
Encontre Paulo Guedes na foto oficial
Este é Paulo Guedes
Está a Foto oficial

Um
ministro
disfarçado
Máscara,
sem gravata e
sem paletó
Por que Paulo Guedes diferencia
no traje, nas palmas e disfarça
na saída do presidente?
Completamente Fora do Tom.
Capitão não gosta não!
25 de abr. de 2020
Lula
247 - O ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva destacou que Jair Bolsonaro só chegou à presidência da
República após Sérgio Moro condenar o petista sem provas no processo do triplex
em Guarujá (SP). O ex-presidente fez a postagem no Twitter após um confronto de
disputa da opinião pública entre Bolsonaro e Moro, após o ex-juiz pedir
demissão do ministério da Justiça devido à exoneração de Maurício Valeixo da
Diretoria-Geral da Polícia Federal.
"Não pode haver
inversão da história. O Bolsonaro é filho do Moro, e não o Moro cria do
Bolsonaro. Nessa disputa toda, os dois são bandidos, mas é o Bolsonaro que é a
cria e não o contrário. E os dois são filhos das mentiras inventadas pela
Globo", afirmou o ex-presidente no Twitter.
Não pode haver inversão da história. O Bolsonaro é filho do Moro, e não o Moro cria do Bolsonaro. Nessa disputa toda, os dois são bandidos, mas é o Bolsonaro que é a cria e não o contrário. E os dois são filhos das mentiras inventadas pela Globo.
11,6 mil pessoas estão falando sobre isso
'vedete do impeachment" (A próxima novela da Globo )
Ligação de Moro com a Globo prevaleceu e ele quer ser
'vedete do impeachment', diz cientista político
Sputnik News - Segundo
cientista político Carlos Eduardo Martins, a demissão de Sergio Moro deve
afetar de forma profunda a situação política no Brasil.
Na manhã desta sexta-feira
(24) o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu demissão do
cargo após a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo,
ocorrida à sua revelia e sem a sua anuência.
Sergio Moro acusou Jair
Bolsonaro de agir politicamente
na Polícia Federal, deixando em aberto ao
público o seu
próprio futuro, bem como o futuro do governo Jair Bolsonaro.
O cientista político
Carlos Eduardo Martins, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro,
acredita que a demissão de Sergio Moro agrava as fraturas já existentes nas
elites brasileiras em relação ao governo de Jair Bolsonaro. Para ele, a gestão
macroeconômica realizada pelo ministro da economia Paulo Guedes está sendo
"um desastre", acentuado pela pandemia do coronavírus.
"Governo Bolsonaro
joga sobre as costas dos
trabalhadores todo o peso da solução ou
da suposta
solução dessa crise através da
aceitação das iniciativas de abandono da
quarentena e exposição dos trabalhadores
brasileiros à política do
genocídio", disse o
professor para Sputnik Brasil.
O cientista político
ressaltou as tensões entre o Grupo Globo e Bolsonaro desde o início do governo.
Assim, a Globo seria representante do establishment tradicional e o
grupo em torno do governo Bolsonaro seria um grupo emergente, ligado "à
face mais agressiva do imperialismo norte-americano", disputando o
controle sobre o Estado brasileiro. Nesse contexto, Moro seria uma figura
híbrida, "que circula entre essas duas vertentes".
"É
Um
homem
que deve muito
de sua carreira à projeção
recebida do Grupo Globo.
Então
acho que, nesse momento de
desgaste
do governo Bolsonaro,
pesou essa vinculação
de Sergio Moro com o
Grupo Globo, que deve entrar
num confronto de morte
com Bolsonaro em função da
questão da renovação da
sua concessão para funcionar
como grupo midiático
no Brasil".
Segundo Martins, o governo
perde parte de sua base política com a demissão do ex-juiz da Lava Jato, pois
Bolsonaro foi "resultado da culminação do golpe de 2016", que partiu
de atores que antecederam o político.
"O governo perde
parte de sua base de apoio, mas a direita do Brasil se estilhaça entre um grupo
liderado por uma direita tradicional que deu o golpe em 2016 e um grupo
emergente, associado ao governo Bolsonaro", argumenta o acadêmico.
Interferência na Polícia
Federal
Apesar das declarações de
Sergio Moro, feitas na manhã desta sexta-feira, acusando o presidente de
ingerência nos assuntos da polícia,
Carlos
Eduardo Martins
afirmou
que essa prática
também
era praticada pelo
ex-juiz.
Martins citou o deputado
federal Glauber Braga (PSOL-RJ), segundo o qual Moro sempre atuou como instrumento
de interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal em diversas
situações, como no caso de
bloqueio
de investigações sobre
envolvimento de Flávio Bolsonaro
em esquemas de "rachadinha" em
sua época de deputado estadual no
Rio de Janeiro, bem como na intervenção
em investigações sobre o mandante do
assassinato da vereadora Marielle Franco.
"Há muito tempo
Sergio Moro vem atuando como interventor do governo Bolsonaro na Polícia
Federal. Agora Sergio Moro resolveu recuar e eu creio que esse recuo está
associado às questões que eu mencionei anteriormente".
O acadêmico acredita que
Moro busca ser "a vedete do processo de impeachment" e é o candidato
natural da direita à sucessão presidencial em 2022. Já o governo Bolsonaro,
segundo o especialista, "vai se aproximando do seu final precoce".
O professor acrescentou
que as Forças Armadas provavelmente devem se afastar de Bolsonaro e transferirão
todo seu apoio ao vice-presidente Hamilton Mourão.
"Até porque o
sucessor de Bolsonaro é Mourão. Mourão é um homem de carreira militar muito
mais extensa, louvável, do ponto de vista corporativo e institucional, que a de
Bolsonaro. Então Mourão é um homem que tranquiliza as inquietudes dentro das
Forças Armadas", explicou Martins.
O
cientista político acredita que um processo
de
impeachment de Bolsonaro "vai
sangrar
a direita internamente" e
vais ser um processo
de muito fogo
cruzado
.
"A
esquerda
tem que ter inteligência,
ousadia e iniciativa para tirar
partido
dessa conjuntura e voltar a
influenciar
a opinião pública no Brasil",
concluiu
o entrevistado.
Origem: brasil247.com/brasil/
E o povo, o que pensa?
‘Covid-19 e os Povos Indígenas’
Total de Casos Covid-19 Brasil
TOTAL DE CASOS
52505
ÓBITOS
3570
CASOS
INDÍGENAS
EM ÁREA RURAL
42
ÓBITOS
INDÍGENAS
EM ÁREA RURAL
4
24 de abr. de 2020
Bolsonaristas se bicam dentro e fora do governo.
Deu VERMELHO 27
MORO TÁ FORA
Bolsonaro e Moro demitem Valeixo
que já havia se demitido.
Moro pede demissão
antes de ser demitido por bolsonaro.
Bolsonaro disse que é a constituição.
Moro mostra a constituição resgada.
Bolsonaro tem o 01 - 02- 03 e o
04 que pegava todas.
Moro só queria uma vaga no tribunal.
Bolsonaro queria Moro atrás da faca.
Moro só quer transparência nas câmaras.
Bolsonaro não ver problema em
casar com filha de contraventora.
Moro vê como bandido todos
que tem amigo bandido.
“E por
aí vai”
Ninguém ainda falou sobre passeata subversiva
querendo fechar Congresso e STJ.
Ninguém ainda falou sobre provas para condenação.
“A casa já caiu”
Moro acusa Bolsonaro
Bolsonaro acusa Moro
Em quem o povo vai acreditar?
- Quem sabe o Lula
aparece pra falar!
Vamos ter que esperar.
Pandemia Brasil
Qual é o tom? - Vamos de SI - O tom subiu
Velha República ⇆ Nova República
Velha Politica ⇆ Nova Politica
Moro ou Bolsonaro: quem fica
Ou abrem-se novamente as cortinas da
discussão republicana
O ministro da justiça Sérgio Moro estaria
estudando pedir demissão após o
presidente Jair Bolsonaro (s/p)
ter informado, nesta quinta-
feira, 23, que pretende
trocar a diretoria-
geral da Polícia Federal,
ocupada por Maurício Valeixo.
O ex-juiz da Lava Jato foi quem indicou
Valeixo para ocupar o cargo e se mostrou
resistente a saída do aliado. (fico SI ele ficar)
"diga ao povo que fico"
Quem?
Pesquisa: opovo
23 de abr. de 2020
Brasil na imprensa alemã
Der Tagesspiegel – Os pesquisadores ameaçados do Brasil, 09/03/2020
Fugindo do presidente de extrema direita: cada vez mais cientistas se veem obrigados a deixar o país.
"A democracia e a ciência estão ameaçadas no Brasil. Não tenho nenhuma dúvida disso", diz Débora Diniz. Por questões de segurança, a antropóloga e jurista, que trabalha como professora na Universidade de Brasília, prefere não revelar seu paradeiro atual. Em meados de 2018, a pesquisadora, que também atua no Instituto de Bioética Anis, deixou o Brasil – depois de ameaças de morte a ela e sua família. De lá para cá, muitos de seus colegas e também o reitor da universidade foram ameaçados.
Os ataques não pararam nem mesmo com sua "fuga".
Ela pesquisa sobretudo sobre o tema aborto; e diz que tampouco se sente segura no exterior. A pesquisadora faz parte de uma nova geração de exilados brasileiros, um grupo que inclui políticos, escritores, cientistas e outros especialistas. Todos deixaram o Brasil devido a ameaças de morte.
Frankfurter Allgemeine Zeitung – Brasil exporta madeira tropical ilegal, 09/03/2020
No ano passado, milhares de carregamentos de madeira tropical foram exportados do Brasil para o exterior sem autorização das autoridades ambientais brasileiras. Isso foi revelado pela agência Reuters, com base em duas fontes nas instâncias de controle. As exportações de madeira não autorizada chamaram a atenção das autoridades alfandegárias da Europa e Estados Unidos. Elas avisaram as autoridades brasileiras, que autorizaram as exportações de forma retroativa. Segundo um documento, um diretor do Ibama alterou a regulação para que nenhuma inspeção da madeira para exportação fosse necessária.
Süddeutsche Zeitung – Passaporte duplo, 09/03/2020
O ídolo do futebol brasileiro Ronaldinho está em prisão preventiva no Paraguai por causa de um passaporte falso. O advogado dele diz tratar-se de "idiotice".
Ronaldinho, de 39 anos, chegou ao Paraguai na semana passada. Ele deveria participar de uma ação de marketing para um cassino, seguida de um evento beneficente. O prefeito de Assunção havia saudado, no site da prefeitura, a visita do "convidado de honra". A nota sumiu do site, pois logo veio à tona que Ronaldinho apresentara, às autoridades aduaneiras no aeroporto de Assunção, um passaporte paraguaio falso que originalmente havia sido emitido em nome de uma mulher. Por quê?
O advogado de Ronaldinho, Adolfo Marín, garantiu que o ex-jogador dispõe de documentos brasileiros válidos. Por outro lado: há apenas alguns meses se fez troça por as autoridades brasileiras terem retirado o passaporte de Ronaldinho – e o governo do presidente fascistoide Jair Bolsonaro o ter nomeado, mesmo assim, embaixador do turismo em agradecimento ao apoio na campanha eleitoral de 2018. Seja como for, não se sabe por que Ronaldinho apresentou documentos paraguaios falsificados quando chegou a Assunção.
AS/ots
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