11 de mai. de 2020
10 de mai. de 2020
Zeca Afonso - Traz outro amigo também
José Afonso foi um dos maiores compositor e
intérpretes de música de intervenção, durante a
ditadura fascista e após o 25 de Abril.Como
compositor, soube conciliar de forma notável a
música popular e os temas tradicionais com a palavra
Traz Outro Amigo Também AA.: José Afonso
E
Amigo,
E7 A
Maior que o pensamento
G E
Por essa estrada amigo vem
D E E7
Por essa estrada amigo vem
A E
Não percas tempo que o vento
G B E
É meu amigo também
A7 E
Não percas tempo que o vento
G B E
É meu amigo também
Em terras
Em todas as fronteiras
Seja benvindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também
Aqueles Aqueles que ficaram
Em toda a parte todo o mundo tem
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também
Transcrição by Zé Manel
Requiem para um sonho!
Há mais de mil anos que os europeus exploram a África. Primeiro foram os ikos, um povo grego que em muitas e variadas ocasiões devastou o delta do Nilo. Depois vieram os romanos que, com a sua avidez, conquistaram o Egipto por causa da abundância de trigo. A seguir e por outros motivos conquistaram a Líbia, ocuparam a Tunísia e a Argélia, fixando-se finalmente numa parte do que é hoje Marrocos. Tudo para, diziam eles, evitar o domínio do Mediterrâneo pelos Cartagineses, um povo fenício que se fixou onde é hoje Túnis. Este domínio e exploração só terminam quando os árabes diante da fraqueza e contradições do Império Bizantino, conquistam o que é hoje a Síria, o Líbano, a Jordânia, Israel, o Egipto e tudo o mais até Marrocos. Mais tarde chegaram à Península ibérica onde ficarão por mais de 700 anos. A conquista de Ceuta, pelos portugueses marca, porém, a reconquista da África pelos europeus, reconquista essa que se faz ao longo de toda a costa africana e chega até ao Golfo Pérsico. Tudo o que era riqueza, como o ouro e pedras preciosas abundantes em África, vai chegando à Europa. Mas a necessidade de mão de obra na América inicia o trágico período da Escravatura. Segundo Davidson, historiador do assunto, mais de 150 milhões de africanos foram arrancados da África e levados para as Américas.
Com o início da industrialização da Europa exigem-se matérias-primas abundantes. A África é então objeto de novas explorações que já não se limitam à costa mas entram dentro, dando origem ao tratado de Berlim que acomodou os interesses da Alemanha, Inglaterra, França, Bélgica, deixando a Portugal Moçambique, Guiné e Angola. Desta vez, já não era a escravatura o principal interesse, até porque no mundo industrializado, um operário ficava mais barato, mais em conta, do que um escravo. Mas todas as outras riquezas, como o ouro, a prata os diamantes, as madeiras, os minérios como o cobre, os produtos agrícolas continuaram a fluir para a Europa. Por incrível que pareça em consequência são agora os europeus sob as mais diversas denominações e profissões que emigram para África.
No final da segunda guerra mundial, sob pressão dos EUA que também havia sido uma colónia inglesa, dá-se início à descolonização transformando-se as antigas colónias em novos países independentes. Só que os ex-colonizadores esqueceram-se de que a África foi divida a lápis e esquadro, separando povos e regiões que jamais se encontrariam num novo país. Também os líderes africanos foram escolhidos a dedo para que permitissem e favorecessem a exploração dos seus países. Os que se opuseram ou resistiram foram assassinados ou depostos. Todavia, as riquezas de que necessitava a Europa continuaram a fluir para cá. Depois criou-se a teoria de que a África e os africanos não só não se sabiam governar como também não tinham condições de se sustentar, esquecendo-se os teóricos de que a África é um continente que dispõem de recursos suficientes para proporcionar bem-estar ao triplo da sua população. Recursos que vão da água potável, ao petróleo, ao gás natural, às terras férteis, às madeiras, ao ouro, à platina, aos diamantes…
Como a exploração continua, a miséria se tornou endémica e instabilidade política é permanente, criou-se nos africanos a miragem da vinda para a Europa, onde todos são felizes, onde o bem – estar é geral e a riqueza um património comum. Por isso eles arriscam tudo para chegar a esse “El Dorado”, entregando-se a todo o tipo de traficantes para morrerem depois na sua maioria afogados no Mediterrâneo. E o que fazem os europeus? Reuniões e mais reuniões, mas nada de concreto para parar esse fluxo migratório.
Não sei, mas talvez chegue o dia em que os europeus entendam que a terra e as suas riquezas são um bem comum do qual todos os homens e mulheres têm o direito de usufruir.
Até o mês de janeiro de 2020, para incriminar os Ex-presidentes Lula e Dilma, esta direita que agora se mostra corrupta dizia que o Brasil estava quebrado. Novos corruptos apareceram e a máscara dos pilantras caiu. O brasil é um país rico. Somando todos os valores apurados provenientes de corrupção, e poderíamos ter apurado anos anteriores, assim ainda não seria o fim do Brasil como foi anunciado. O que vai quebrar o país, e todos sabemos, são estas disputas pelo poder entre direita e esquerda, que custam o olho da cara. Há, mais aí, para todos os corruptos, vale a pena. Nada se fala.
Um vídeo, sobre um tema que nos foi evitado, que vale ver:
Entrevista com o príncipe imperial Dom Bertrand | The Noite (22/09/17)
9 de maio - Brasil passa de 10 mil mortes por coronavírus com 730 novos registros nas últimas 24 h
Bolsonaro, impedido
de fazer churrasco no Alvorada, pega moto aquática e, como criança
fujona,
vai ao encontro de Bolsonaristas que preparavam um churrasquinho no meio do Lago Paranoá .https://twitter.com/i/status/1259231862498701313
Pergunta idiota
"Vivemos dentro de uma sociedade estranha.
Sofremos demasiadamente, simplesmente para obtermos recursos e
pagar para nascer, viver e morre."
- Gastamos o necessário para a formação de três jovens, em vaidades como a de possuir: "O Carro dos Sonhos!"
"Uma cultura milenar nos leva a optar pelo que nos destrói."
"O que, longe de nossos olhos, vai nos escravizando?"
8 de mai. de 2020
Vai saber - É função de um presidente?
7 de mai. de 2020
Se meter a bom entendedor tomando partido nesta briga suja que virou a política brasileira, não é uma boa. Informações falsas de todos os lados? Não se iluda, profissionais competentes são pagos para fazerem um trabalho sujo: Convencer você! Veja o corona vírus, é um bom exemplo: Sem você eles não prosperam. Não se meta, fique fora! Fique sim, de olho no seu bolso. Sua certeza é reflexo do seu bolso. Ai sim, chute o balde.
A palavra de pesquisa foi veit.
Encontrei Veit Stoss. Escultor do estilo gótico tardio da Alemanha.
Aí, encontrei o detalhe (foto) a baixo - lindo detalhe com uma descrição
- Pensei usar Gadget/abertura do blog. Fui pesquisar, mas não
encontre outra informação sobre o detalhe (*não sei se é do retábulo citado),
mas encontrei muito sobre a Basílica de Santa Maria, Cracóvia, Polônia.
Sobre a construção das torres, não resisti e trouxe para o blog.
*Veit Stoss, o maior retábulo de madeira gótico
Renovação do altar de Veit Stoss em Cracóvia, Polônia em 31 de maio de 2017. O retábulo de Veit Stoss é o maior retábulo de madeira gótico do mundo e um tesouro nacional da Polônia localizado na Basílica de Santa Maria, Cracóvia. O retábulo foi esculpido entre 1477 e 1484 pelo escultor alemão Veit Stoss (conhecido em polonês como Wit Stwosz). (Foto por Beata Zawrzel / NurPhoto via Getty Images)
CATEDRAIS CATÓLICAS: a Basílica de Santa Maria de Cracóvia, Polônia
CATEDRAIS CATÓLICAS: a Basílica de Santa Maria de Cracóvia, Polônia
motivações da diferente estrutura das duas torres.
A tradição fornece as motivações da diferente estrutura das duas torres. Narra-se que a construção delas foi deixada ao cargo de dois irmãos, cada um erigiria uma. Os irmãos eram célebres arquitetos e verdadeiros mestres na profissão. Logo, porém, surgiu uma rivalidade entre eles, e cada um tentou construir uma torre mais alta do que o outro. O irmão mais novo foi vencido e, cegado pela inveja, golpeou de morte o irmão mais velho e, para esconder seu crime, jogou o corpo no rio Vístula, que banha a cidade. Após o desaparecimento do arquiteto, a construção da Torre Norte (ou do Sino) ficou interrompida. A cidade decidiu interromper os trabalhos, e a torre inconclusa foi recoberta com uma espécie de elmo e ficou menor. O arcebispo fixou a data da consagração da igreja. Tomado pelo remorso, no mesmo dia em que o arcebispo consagrou a igreja restaurada, o irmão assassino confessou seu pecado a Deus e a todos os fiéis e se jogou desde o alto da torre feita pelo irmão, segundo uns; segundo outros, ele se suicidou com o mesmo facão com que matou o irmão, fendendo o próprio coração. Em lembrança desse triste evento, o facão é guardado e exposto na entrada oriental do Palácio do Tecido (ou Pavilhão dos Panos), está preso sob um arco por um anel de ferro, para lembrar aos passantes todo o mal que o orgulho e a inveja podem causar. Segundo outra versão, o facão serve como advertência aos comerciantes, desde a Idade Média, sobre as penas em que eles podiam incorrer caso praticassem preços injustos ou adulterassem as mercadorias
A tradição fornece as motivações da diferente estrutura das duas torres. Narra-se que a construção delas foi deixada ao cargo de dois irmãos, cada um erigiria uma. Os irmãos eram célebres arquitetos e verdadeiros mestres na profissão. Logo, porém, surgiu uma rivalidade entre eles, e cada um tentou construir uma torre mais alta do que o outro. O irmão mais novo foi vencido e, cegado pela inveja, golpeou de morte o irmão mais velho e, para esconder seu crime, jogou o corpo no rio Vístula, que banha a cidade. Após o desaparecimento do arquiteto, a construção da Torre Norte (ou do Sino) ficou interrompida. A cidade decidiu interromper os trabalhos, e a torre inconclusa foi recoberta com uma espécie de elmo e ficou menor. O arcebispo fixou a data da consagração da igreja. Tomado pelo remorso, no mesmo dia em que o arcebispo consagrou a igreja restaurada, o irmão assassino confessou seu pecado a Deus e a todos os fiéis e se jogou desde o alto da torre feita pelo irmão, segundo uns; segundo outros, ele se suicidou com o mesmo facão com que matou o irmão, fendendo o próprio coração. Em lembrança desse triste evento, o facão é guardado e exposto na entrada oriental do Palácio do Tecido (ou Pavilhão dos Panos), está preso sob um arco por um anel de ferro, para lembrar aos passantes todo o mal que o orgulho e a inveja podem causar. Segundo outra versão, o facão serve como advertência aos comerciantes, desde a Idade Média, sobre as penas em que eles podiam incorrer caso praticassem preços injustos ou adulterassem as mercadorias
Quarentena Geral
O despudor não está num cabaré
Jota Rê-Mê
O Coronavírus veio
Pra tudo desmantelar
Inverter certos conceitos
E o mundo todo mudar
Pois você preste atenção
Na seguinte narração
Que eu agora vou contar.
Em tempos de se isolar
Da gente toda afastada
Do povo preso em casa
Sem sair nem na calçada
Veio lá de Caicó
No Sertão do Seridó
Uma notícia arretada.
Uma live foi mostrada
Domingo à noite passou
No canal do YouTube
Que muita gente acessou
Do Cabaré Sol & Lua
Mas não teve mulher nua
E todo mundo gostou.
O que a live mostrou
Foi muita educação
Respeito pelo cliente
Não teve baixo calão
Que as meninas de Lilia
Promoveram a alegria
Causando admiração.
Ainda teve a compaixão
De Lilia e suas guerreiras
Juntando mais que queria
Repartiu sem mais besteiras
Pois, pedaço do apurado
Foi prontamente doado
A um mosteiro de freiras.
As "moças" foram as primeiras
Nos dando grande lição
Mostrando a todo o Brasil
Que não é a profissão
Que mostra a caridade
Ou o tamanho da bondade
Presente num coração.
Lilia com a sua ação
Mostrou o real valor
Da bondade em sua gênese
E que o maior despudor
Não está num cabaré
Mas, se é nua a sua fé
Incapaz de ver o amor.
Pois, o pior pecador
Juntando os pecados seus
Se fizer a caridade
Amando os irmãos seus
Terá leve o coração
E receberá o perdão
Vindo da parte de Deus.
Por isso nos versos meus
Escritos sem pretensão
Bato palmas pra Lilia
Pelo seu bom coração
E para as suas meninas
Invoco bênçãos divinas
E de Deus a proteção.
Poeta popular
Live Solidária - Cabaré Sol e Lua
6 de mai. de 2020
Aton, o grande deus do sol
O faraó Ekhnaton e sua família adorando Aton
Na história das religiões e da filosofia, a luz é o símbolo da positividade, em dois significados diferentes: a luz como princípio da vida e do conhecimento.
Na religião egípcia antiga , o sol é a fonte de luz. O faraó Ekhnaton coloca os deuses tradicionais sob o de Aton (ou Ra ), o deus do sol.
O Grande Hino de Aton sugere que Ekhnaton considera Aton como o único deus e criador do universo:
Quão múltiplo é o que você fez!
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