9 de ago. de 2020
Sem sonhar com o céu. (Com minha filha)
Adoro os jardins. Caminhar todas as manhãs. Assentar no banquinho, ouvindo o vento soprar cada folha. Os pássaros. Separar as pedras deixando o gramado limpo. Sorrir com a família, podendo crescer juntos. Cuidar das flores colher as rosas e aguardar a chuva... Brindar com o arco-íris colorindo a vida. Homenagear o sol, esta luz divina. Cantar a vida. Sempre cantar a beleza da vida.
8 de ago. de 2020
Vírus no espaço
De acordo com o Comando Espacial dos EUA, a Rússia testou uma arma anti-satélite em órbita, continuando uma série de ações agressivas que incitam a militarização do espaço, informou o C4ISR.Net .
De acordo com uma declaração do SPACECOM de 23 de julho, o inspetor russo satélite Cosmos 2543 lançou um objeto no espaço nas proximidades de outro satélite russo, uma ação inconsistente com seu propósito declarado.
Autoridades americanas sugeriram no passado que tal objeto poderia ser usado como uma arma de projétil de alta velocidade para atacar outros satélites, disse o relatório.
Ossos humanos são armas de guerra em apelo contra a violência
PARE A VIOLÊNCIA!
Israel é uma realidade política e militar insuperável. A segurança de sua população, no interior do seu território, é intocável.
E a Palestina? Sua existência, hoje em risco, é também intocável, com os mesmos direitos.
É preciso estabelecer, de imediato, a integridade, a soberania plena e a liberdade do povo palestino na Faixa de Gaza.
Sem isso viveremos sempre num tempo coagulado, em fogo e morte.
PARE A VIOLÊNCIA!
O apelo, de François Robert, cabe nesta reflexão acerca da selvageria que voltou a inundar de sangue o Oriente Médio.
O fotógrafo suíço usou ossos humanos para criar imagens impressionantes com o objetivo de aumentar a conscientização global sobre a violência da guerra.
Há alguns anos, Robert comprou três armários de uma escola por US$ 50 a fim de aparelhar melhor o seu estúdio. Para sua surpresa, um dos armários continha um esqueleto humano, que tinha sido montado com a finalidade de ensino.
Com os 206 ossos soltos ele teve a ideia de montar os cenários macabros de advertência — com tanque, avião, bomba, fuzil e outros símbolos da morte.
* Marcos Eduardo Machado é engenheiro e
editor do blog ECOnsciencia
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