21 de jun. de 2016
20 de jun. de 2016
CULTURA DO GOLPE
Todos processando o
delator - Álvaro Dias é citado na Lava Jato e também promete processar delator
– A República de Curitiba perdendo seus pilares – Caso não esteja envolvido em
corrupção, saia disso! – Não tem interesse do povo envolvido nisso.
Qual a atitude
tomada contra a corrupção? Petrobras? Os envolvidos já estão presos, aloprados
do PT. A Presidente Dilma não se omitiu e cortou na carne. O resto é GOLPE. Passeata
é GOLPE, não é o povo que organiza, só vai e faz festa. Delação é GOLPE. Corte
é GOLPE. Federal é GOLPE. Congresso é GOLPE. Globo é GOLPE. Aparece mais um
nome aqui outro ali, mas é só pressão. Querem parar a barca verde e amarela (interesses)
ou ela afunda de vez.
A TV Senado está
exibindo um documentário, um profundo resumo sobre a política brasileira,
pesquise, assista! Em todos os momento que tivemos oportunidades para limpar o
‘Brazil’, em nenhum utilizaram da legalidade, nunca respeitaram a Lei. Isto fica claro no documentário com as
diversas citações da palavra GOLPE.
Só existe uma saída para
o pais das bananas e não pode ser o caminho real para um pais dos merdas: “REFORMA
POLITICA” e não pode ser congressual, ou é GOLPE.
Aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 29 de setembro, o Partido da Mulher Brasileira (PMB) — o 35º do país — já tem sete parlamentares federais em sua bancada, nenhum deles mulher. Para deputado Ezequiel Teixeira (RJ), ex-Solidariedade, ausência de mulheres é "até interessante": "Estamos demonstrando nosso carinho por elas"
Michelangelo

Pietá
Michelangelo esculpiu esta cena ('Piedade') quando
tinha 23 anos. Ao saber que um apreciador recusara-se a acreditar que alguém
tão jovem pudesse esculpir obra de tal magnitude, Michelangelo talhou seu nome
na faixa que atravessa o seio da Virgem. Foi a sua única escultura assinada. O
tema da Mãe com seu Filho morto ao colo é um dos mais dramáticos da iconografia
cristã.
A beleza trágica do grupo deriva de seu
classicismo, onde se somam a angústia do momento com a serenidade da composição
triangular, e especialmente na postura contida da Virgem. Há um clima de
melancolia, de profundo pesar, mas sem o sofrimento que caracterizou inúmeras
outras representações da mesma cena, feitas por outros artistas. Tecnicamente,
o trabalho de talha do mármore é perfeito, o acabamento polido, até que a
superfície branca da pedra parecesse translúcida. Contribuem para a qualidade
da anatomia do corpo de Cristo os inúmeros estudos que Michelangelo realizou
com cadáveres.
Técnica
preferida: a talha em mármore
Embora
pintasse magistralmente, compusesse poemas e projetasse em arquitetura, a
técnica preferida de Michelangelo era a escultura em mármore. Michelangelo
chegou mesmo a declarar que a pintura era uma "arte menor".
Utilizando os tradicionais equipamentos da talha em pedra, cinzéis e pua,
Michelangelo era dono de extraordinária técnica, desde a escolha dos blocos de
pedra até o esmerado polimento final.
A pedra de mármore própria para a escultura
não pode ser extraída da pedreira atavés de explosões. A utilização de
explosivos, tão comum nas pedreiras nos dias de hoje, esfacela o núcleo da
pedra, criando trincas e rachaduras que comprometem a consistência da rocha.
Para ser esculpida, a pedra deve ser cortada no método tradicional, isto é,
inicialmente realizando uma série de furos profundos, em linha reta, sobre a
superfície da qual se pretende destacar o bloco. Depois, com a colocação de
cunhas em cada furo, ir martelando até que o bloco desejado se
destaque da pedra.
A talha
também exige certos cuidados. O trabalho do desbaste deve ser realizado com
batidas nos cinzéis de forma rítmica, isto é, cada batida da marreta no cinzel
deve seguir uma cadência fixa. A razão disso é que cada batida realizada sobre
a rocha cria ondas de reverberação que percorrem toda a pedra. Se as batidas
não forem rítmicas, duas seqüências de reverberações em momentos distintos
podem trincar a pedra internamente.
Também a
planificação da escultura deve ser precisa, pois a pedra não permite retoques.
Uma vez talhada equivocadamente, não é possível realizar colagens ou
remendos. Michelangelo trabalhava a pedra diretamente, "libertando" a
figura de dentro da rocha, como ele mesmo dizia. Algumas de suas esculturas ele
as deixou inacabadas, como alguns Escravos, assim como algumas Pietás.
O objetivo expressivo havia sido alcançado sem a necessidade dos acabamentos
finais.
Finalmente, o
acabamento era uma das mais desgastantes e penosas experiências do ato
criativo. Todo desbaste final, sutil, deveria ser feito com a utilização de
pedras abrasivas, lenta e progressivamente, eliminando toda marca de cinzel que
houvesse ficado. Nos dias de hoje, utilizamo-nos de esmerilhadeiras e
lixadeiras elétricas, o que facilita em muito tais atividades
Davi
Michelangelo esculpiu esta obra quando
tinha apenas 26 anos. O imenso bloco de mármore havia sido encomendado para que
o escultor Duccio ali talhasse a figura de um profeta. Com o falecimento deste
repentinamente, a pedra ficou à espera de outro escultor. Quando Michelangelo
terminou a escultura, um grupo de artistas - entre os quais estavam Leonardo,
Botticelli, Filippino Lippi e Perugino - foi indagar de Michelangelo onde
deveria ficar a estátua. O mestre indicou a praça central de Florença. O povo
da cidade, chocado com a nudez da figura, lapidou a estátua, em nome da moral.
Perfeita, tanto do ponto de vista
técnico quanto anatômico, a obra se transformou num símbolo de Florença. Hoje,
ela foi substituída na praça por uma cópia. Davi olha ao longe como se o
combate com o gigante estivesse prestes a acontecer. A ausência da cabeça de
Golias – algo comum em representações da mesma cena por outros artistas - concorda
com esta interpretação. O rapaz está tenso, mas não angustiado. Seu ar
desafiador mostra a 'ação em suspenso' que era característica das esculturas de
Michelangelo.
Nos olhos pode-se ver uma das provas da
imensa genialidade do mestre. Ele perfurou a região da pupila dos olhos em
forma de (V), como um casco de cavalo, de maneira que quando a luz incide sobre
os olhos transversalmente, ilumina mais a área ressaltada (o V), deixando na
penumbra a região cavada. Isto dá um efeito extremamente realista aos olhos,
que parecem brilhar com o espírito do Rei guerreiro.
Texto de João Werner
19 de jun. de 2016
amor - NOEMI JAFFE
quer escrever uma cena de amor? faça assim: diga que
um menino de nove anos acorda todo dia de manhã bem cedo para ir à escola. ele
desce os degraus da escada de sua casa de quatro em quatro, sai de casa, anda
uma quadra e toca a campainha da casa de seu amigo, pierre. é uma casa muito
pobre, de um único quarto, que o menino divide com a mãe e mais dois tios,
ferroviários. pierre está sempre atrasado e sai do quarto correndo, segurando
uma tigela de onde tenta engolir correndo o café com leite que sua mãe
preparou. todos os dias, sem exceção, a mãe o vê nessa pressa excitada e,
sorrindo afobada, diz: "assopre forte, que esfria mais rápido".
(inspirado em cena de "o primeiro homem", de albert camus)
Noemi Jaffe é escritora,
professora e crítica literária. Doutora em Literatura Brasileira pela USP, trabalhou em escolas de Ensino Médio, como professora de literatura, por mais de vinte cinco anos e, atualmente, oferece cursos de escrita criativa em diversas instituições. Mantém o blog literário Quando Nada está Acontecendo e coordena um grupo particular de escritores há cerca de cinco anos, do qual organizou e publicou duas coletâneas de contos: 336 Horas (Casa da Palavra) e Bestiário (Terceiro Nome). Desde 2006, Noemi atua como crítica de literatura dos jornais Folha de S. Paulo e Valor Econômico e vem participando como jurada de concursos literários, como o Prêmio Oceanos, um dos mais importantes do país.
Noemi Jaffe é escritora,
professora e crítica literária. Doutora em Literatura Brasileira pela USP, trabalhou em escolas de Ensino Médio, como professora de literatura, por mais de vinte cinco anos e, atualmente, oferece cursos de escrita criativa em diversas instituições. Mantém o blog literário Quando Nada está Acontecendo e coordena um grupo particular de escritores há cerca de cinco anos, do qual organizou e publicou duas coletâneas de contos: 336 Horas (Casa da Palavra) e Bestiário (Terceiro Nome). Desde 2006, Noemi atua como crítica de literatura dos jornais Folha de S. Paulo e Valor Econômico e vem participando como jurada de concursos literários, como o Prêmio Oceanos, um dos mais importantes do país.
Esceveu os livros, entre outros: livro dos começos (cosac & naify); írisz:
as orquídeas (companhia das letras); o que os cegos estão sonhando (ed.34); a
verdadeira história do alfabeto (companhia das letras); todas as coisas
pequenas (hedra); do princípio às criaturas (capes); folha explica macunaíma
(publifolha); ver palavras, ler imagens (global);quando nada está acontecendo
(selo martins)
Lei mais: amor.html
retrospectiva de verão/24/03/14 - Escrito por daniel -
No final do ano passado eu tentei fazer uma retrospectiva dos fatos que
tornaram 2013 muito doido. Naquele momento ainda era possível pensar numa
análise cronológica. Agora, com a repetição intensificada e crítica de vários
conflitos, isso fica cada vez mais difícil.
De todo jeito, como o "jornalismo cultural" gosta de fazer retrospectos de verão, desconfio que o deste ano pode ser bem forte pra mexer com os humores (pra melhor ou pior, aí já não dá pra garantir). Tentando ser minimamente cronológico (no que me arrisco a fazer confusões) e sendo muito centrado no Rio, onde moro, o verão de 2014 foi o seguinte:
De todo jeito, como o "jornalismo cultural" gosta de fazer retrospectos de verão, desconfio que o deste ano pode ser bem forte pra mexer com os humores (pra melhor ou pior, aí já não dá pra garantir). Tentando ser minimamente cronológico (no que me arrisco a fazer confusões) e sendo muito centrado no Rio, onde moro, o verão de 2014 foi o seguinte:
- Foi
o verão em que programaram uma manifestação com mulheres de peitos de fora, mas
na hora agá só tinha os voyeurs. Isso foi uma carioquice tão carioca que nem os
cariocas conseguiram prever.
- em
que não vai ter copa e algumas pessoas não entenderam.
- em
que o prefeito do Rio pediu para as pessoas não saírem de casa.
- o
verão do Ronaldo sendo zoado pelo Romário.
- em
que o julgamento do mensalão acabou duas vezes, com uma reviravolta entre elas
causada pela mudança de juízes; o que não mudou quase nada no final das contas,
mas serviu para os dois lados ficarem reclamando como se isso fosse a coisa
mais importante do mundo.
- o verão em que um cinegrafista morreu por causa de um morteiro disparado por uns garotos idiotas numa manifestação e, depois disso, durante uns dias apareceu maluco dizendo que defender manifestações era o mesmo que fazer apologia ao crime.
- o verão em que um cinegrafista morreu por causa de um morteiro disparado por uns garotos idiotas numa manifestação e, depois disso, durante uns dias apareceu maluco dizendo que defender manifestações era o mesmo que fazer apologia ao crime.
- Foi
o verão em que todo mundo que circula pela cidade ficou preso no trânsito e
reclamou do fim da perimetral; depois que derrubaram o elevado, até bloco de
carnaval foi feito para protestar.
- em que o Alckmin "resolveu o problema" das manifestações: passou a mandar duas vezes mais policiais do que manifestantes e mandar eles baixarem o cacete em todo mundo. Deu tão certo que o ministro da justiça disse que vai copiar o modelo e implementar país afora.
- o ano em que botaram batalhão da tropa de choque da polícia para fiscalizar bloco de carnaval.
- em que a guerra começou: o governador de São Paulo resolveu desviar o curso do rio Paraíba do Sul pra evitar que a megalópole fique sem água.
- em que o Alckmin "resolveu o problema" das manifestações: passou a mandar duas vezes mais policiais do que manifestantes e mandar eles baixarem o cacete em todo mundo. Deu tão certo que o ministro da justiça disse que vai copiar o modelo e implementar país afora.
- o ano em que botaram batalhão da tropa de choque da polícia para fiscalizar bloco de carnaval.
- em que a guerra começou: o governador de São Paulo resolveu desviar o curso do rio Paraíba do Sul pra evitar que a megalópole fique sem água.
- em
que Porto Velho inundou, mas a presidenta afirmou que é absurdo culpar as
usinas recém-construídas pela cheia do rio e pelo que aconteceu com os
moradores de Rondônia.
- foi o verão em que o Mujica decidiu dar asilo aos presos de Guantánamo. Depois ainda tripudiou, pedindo ao Obama que em troca liberte cubanos presos nos EUA.
- foi o verão em que o Mujica decidiu dar asilo aos presos de Guantánamo. Depois ainda tripudiou, pedindo ao Obama que em troca liberte cubanos presos nos EUA.
- o
verão em que a inundação de uma rodovia isolou o Acre do resto do país.
- em que foram marcadas "marchas" para fazer parecer que o ambiente ideológico é o mesmo de 50 anos atrás. O verão em que um governo que joga bombas de gás em manifestantes, manda o exército cuidar da segurança civil e tira terras de índios foi acusado de ser "comunista". Ainda não se averiguou se os autores dessa acusação são agentes secretos do próprio governo ou se são só malucos mesmo.
- em que foram marcadas "marchas" para fazer parecer que o ambiente ideológico é o mesmo de 50 anos atrás. O verão em que um governo que joga bombas de gás em manifestantes, manda o exército cuidar da segurança civil e tira terras de índios foi acusado de ser "comunista". Ainda não se averiguou se os autores dessa acusação são agentes secretos do próprio governo ou se são só malucos mesmo.
- E
foi o verão que acabou com a imagem do cadáver de uma mulher, Cláudia Silva
Ferreira, sendo arrastado por um carro de polícia pelas ruas. O viúvo disse ao
governador (que, por razões misteriosas, ainda se encontra em liberdade) que
ela só virou notícia por ter sido filmada, senão seria mais um Amarildo. Como
que para comprovar isso, na mesma ocasião foi morto um adolescente de 16 anos,
William Possidonio - e sua morte passou batida como outras tantas classificadas
como "autos de resistência".
não dá
pra dizer que foi um verão agradável, na verdade foi bem barra pesada - bem
quente.
pior que não devo ter me lembrado nem da metade, me ajudem aí.
pior que não devo ter me lembrado nem da metade, me ajudem aí.
(e,
claro, foi o verão que eu passei organizando e montando o Rio em Chamas com a
galera. Vem aí!
18 de jun. de 2016
oração de Poder
"em Nome do governo
em nome do capital Estrangeiro
em nome da Elite brasileira
seja lá o que Deus quizer,
fui!"
PAGAR OU RECEPCIONAR DE MANEIRA CLANDESTINA O SINAL DE TV ? EIS A QUESTÃO
O suposto furto de Sinal aberto é a conduta em capturar
sinal de satélite, mais conhecido como “skygato”.
Não é crime. (?)
O satélite está no espaço (não existe lei espacial) e o sinal dentro do meu quintal sem minha autorização.
Lei a argumentação do rapaz: pagar-ou-recepcionar-de-maneira.html
Elijah Wood fala Sobre Abuso Infantil em Hollywood: "Há Escuridão Lá No Fundo" (...)
Durante uma
entrevista, o ator Elijah Wood desviou um pouco a conversa e dirigiu-se ao lado
escuro de Hollywood afirmando que o abuso infantil é desenfreado e que "há
um monte de víboras nessa indústria".
Elijah Wood passou a maior parte de sua vida na indústria do entretenimento. Como um ator mirim aclamado pela crítica aos nove anos, ele continuou a crescer, literalmente, sob os holofotes. Ele, portanto, sabe algumas coisas do lado feio de Hollywood - especialmente sobre a sua tendência de aproveitar de crianças. Embora os atores e atrizes costumem manter suas bocas fechadas sobre esses assuntos por medo de serem "suicidados" ou "terem uma overdose", deslizes às vezes ocorrem e pedaços da verdade emergem.
Durante a entrevista com o The Sunday Times sobre seu novo filme, Elijah Wood desviou a conversa e abriu o jogo sobre o lado feio de Hollywood onde pessoas de alta proeminência abusam de crianças sem repercussão alguma.
evidente que algo
grande estava acontecendo em Hollywood. Foi tudo organizado para isso. Há um
monte de víboras nessa indústria, pessoas que só têm os seus próprios
interesses em mente. Há escuridão lá no fundo - qualquer coisa que você puder
imaginar, isso provavelmente já aconteceu".
Leia mais: elijah-wood-fala-sobre-abuso-infantil.html
Só tu podes evitar que ela vá em decadência.
Podes ter
defeitos,
estar ansioso e
viver
irritado algumas
vezes,
mas não te
esqueças que
a tua vida é a
maior
empresa do mundo.
(Papa)(?)
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