Um presente para todos os leitores. 24 horas de "Brasil hoje" ninguém aguenta.
1 de jun. de 2017
30 de mai. de 2017
Coreia do Norte não quer seguir os passos de Saddam e Kadhafi
Coreia do Norte não
iniciará unilateralmente uma guerra, afirmou à Sputnik o suíço Felix Abt, um
dos primeiros empresários estrangeiros a investir neste país asiático.
“Coreia do Norte
esteve observando de perto os acontecimentos no Iraque e na Líbia. Saddam e
Gaddafi não tinham nada com que pudessem assustar o Ocidente para evitar a
guerra contra eles. Por isso, as autoridades da Coreia do Norte não vão
renunciar às armas nucleares para se assegurarem que não sofrerão o mesmo
destino. Porém, não vão ser os primeiros a usar estas armas, porque isso, sem
dúvida, significaria seu fim”, destacou Abt.
O empresário viveu e
trabalhou na Coreia do Norte durante sete anos, de 2002 a 2009, já contribuiu
muito para os intercâmbios comerciais entre este país asiático e a Europa.
Em 2005, ele
estabeleceu juntamente com seus sócios na Coreia do Norte a associação European
Business Association, que se converteu em primeira câmara de comércio estrangeira
presente no país asiático. Mais tarde, foi fundada a câmara chinesa.
Depois de terem sido
ativadas as sanções ocidentais, a European Business Association cessou suas
atividades na Coreia do Norte, enquanto a câmara chinesa continua funcionando.
Abt está muito
preocupado que neste ano, depois da aprovação de uma proposta dos Estados
Unidos, a ONU proíba a exportação dos produtos mais importantes da Coreia do
Norte: o carvão, metais e minerais. “Se a China, o principal parceiro comercial
da Coreia do Norte, aplicar plenamente o embargo, seguidamente a Coreia do
Norte perderá de imediato praticamente todos seus ingressos em divisas”, afirma
o especialista.
Sem divisas Pyongyang não será capaz de importar nada. “Isso será um
golpe duro para a economia e para muitos cidadãos da Coreia do Norte que vivem
das receitas do comércio de mercadorias importadas. Neste caso, o crescimento
econômico dos últimos anos pode abrandar muito, e o resultado poderia ser uma
grande fome como a dos anos 90”, concluiu o empresário.
fonte : © Sputnik/ Ilia Pitalev
DOIS ESTADOS - UMA ESPERANÇA
Mais de
10 mil pessoas se reuniram em Tel Aviv para protestar contra a ocupação
israelense dos territórios palestinos e mostrar o seu apoio à solução de dois
Estados para o conflito entre palestinos e israelenses.
Com o
slogan “dois estados, uma esperança”, a manifestação protestava “contra 50 anos
de ocupação”. O ato foi organizado pela ONG “Paz Agora”.
fonte: © REUTERS/ Amir Cohen
Mandela, foi antes de tudo, um Revolucionário!
Militante
comunista do Congresso Nacional Africano e líder do seu povo contra a segunda
ditadura mais racista da História, superada apenas pela Alemanha Nazista, ele
é, também, uma personalidade universal, o herói de todo o gênero humano, o
homem que extrapola todos os limites, pertence a todas as raças, todos os
credos, todas as nacionalidades, o maior vulto da humanidade no Século XX.
por
Almir Aguiar
É
justamente por causa da sua dimensão de líder humanista mundial que podemos
observar porque, em poucas horas, após a sua morte, durante esta Semana dos
Direitos Humanos, inicia-se uma insidiosa e criminosa apropriação indevida do
nosso herói, pelos círculos mais conservadores e reacionários. Querem que sua
imagem passe a ser a do pacificador, do conciliador, e não mais a do líder
revolucionário e popular que libertou a África do Sul da vergonhosa segregação
racial imposta aos negros, em sua própria pátria, durante décadas, pelos
ocupantes europeus brancos.
A
mídia capitalista esforça-se para impor ao mundo a visão mentirosa do estadista
que compreendeu que seu país teria muito a perder com uma atroz guerra civil, e
que a via pacífica seria a melhor opção. Esforça-se a direita em passar a
imagem do “homem superior”, que soube reconciliar e perdoar para vencer a luta
. Mas Mandela foi, é, e nunca deixou de ser o revolucionário comprometido com
as massas espoliadas, aquele que jamais perdeu sua formação marxista, não traiu
seus ideais, nem se bandeou para a trincheira inimiga, conforme tantos líderes
têm feito nos últimos tempos. Mandela jamais negociou enquanto esteve preso.
Os
conservadores percebem como perigo que um líder como Mandela possa ser
patrimônio ideológico da humanidade e, por isso, querem pintá-lo com as cores
brandas que descaracterizam o verdadeiro revolucionário. Assim, tentam
transformar o herói da raça mais explorada da Terra em astro hollywoodiano que
vai perdendo, com o trabalho da mídia burguesa, o seu conteúdo de rebeldia,
esvaziando a sua imagem forte do líder que não cedia à força bruta dos
governantes racistas.
A
luta de Mandela foi repleta de sofrimento e de violência. Preso por vinte e
sete anos, manteve a luta armada do Congresso Nacional Africano e não se dobrou
diante de ninguém. Foi assim que Mandela respondeu ao regime racista, que
homens presos não podem negociar. E por não ter cedido, fez a tirania racista
dobrar-se e ceder, por absoluta ausência de opção.
O
fim do apartheid está muito longe de ter sido uma conquista pacífica, pois
nesta luta morreram dezenas de milhares de rebeldes e de inocentes. Somente
após o regime racista se curvar, é que Mandela iniciou o processo altruísta de reconciliação
e da convivência pacífica de negros e brancos.
É
muito importante termos a consciência bem nítida de que Mandela foi um homem
das massas, um revolucionário que lutou e se sacrificou no cárcere pelos direitos
dos miseráveis, dos oprimidos e dos que vivem do próprio trabalho. Mandela era
comunista e tenho certeza de que não gostaria de ser lembrado de maneira
diferente, como um mero pacificador, nem gostaria de ser apropriado por esta
minoria que, ao longo de toda a História, sempre usou a força bruta e a malícia
para manter seus privilégios de classe, em detrimento da humanidade
trabalhadora que promove o progresso e sustenta os luxos das elites
conservadoras.
Não
podemos nos esquecer de que muitas dessas vozes que agora elogiam Mandela
sempre estiveram a serviço dos seus algozes durante a tirania. Trabalhadores,
ergamos nossas bandeiras de luta, Mandela vive! Viva a classe trabalhadora!
Um país não pode viver em meio à farsa >>> POR FERNANDO BRITO
Michel Temer aos correspondentes estrangeiros, chamou a crise
política de “desafios acidentais”. Há certo gosto pela palavra acidente, que
ele já usou ao classificar como “acidente pavoroso” o massacre de presidiários.
Fernando Henrique, duas vezes presidente por eleição direta,
enrola-se naquilo que seu primeiro-amigo e sócio, Sergio Motta, chamava de
“masturbação sociológica“.
O mercado das delações, com a dolce vita concedida aos Batista –
que continuarão, aliás, sendo bilionários sem a empresa, que será, como eles
mesmos planejavam, internacionalizada ou, para ficarmos na linguagem de
açougue, “porcionada”- segue em alta temperatura, na base do “dede um e leve
dois”.
O outro mercado, o financeiro, apoia a queda de juros que não caem,
porque a inflação baixa, arrastada pela brutal recessão do país, num país que
“subvive”, com uma legião de 14,2 milhões de desempregados.
A política passou a
ser dos novos “grandes partidos”, o PPF (Partido da Polícia Federal), o PMP, do
Ministério Público, e do PSTF, que teme ser dominado pelo gilmarismo. O Partido
de Curitiba, que já teve dias melhores, serve agora apenas para perseguir Lula
e acalmar Cunha.
E assim viramos uma república carnavalesca, sem rumo, embriagada
pelos escândalos, fantasiada de moralismo e correndo o risco de levar umas
borrachadas do guarda Bolsonaro e suas agressivas milícias.
Os fracos espasmos de lucidez, que pedem uma eleição que reorganize
o país pela vontade popular – no instante em que não se tem mais líderes por
ela legitimados – são chamados por essa gente de “golpismo”, porque exigem
emendar a Constituição, o que, claro, só é admissível para restabelecer a
escravidão.
Um país imenso,
rico, com uma população imensa condenada ao atraso e à brutalidade está
dedicado a bisbilhotar, grampear, delatar.
Quase dá para ouvir a voz da Elis Regina, cantando para nossas
elites políticas e econômicas: o Brasil não merece o Brasil…
Pensando melhor,
antes vinha: “Do Brasil, S.O.S. ao Brasil”.
Luz natural regula relógio biológico e pode combater insônia
Cientistas americanos sugerem que passar
o final de semana acampando garante a
recuperação do ritmo biológico que influencia o sono;
Pesquisa publicada na revista científica Current Biology,
argumenta que passar o tempo ao ar livre ajuda aqueles
com dificuldade de levantar de manhã e ainda melhora a saúde em
geral.
Os pesquisadores disseram que trocar os tijolos
e a argamassa pela lona de acampamento não
deve ser uma solução de longo prazo. Mas que
expor-se mais à luz natural do dia (e menos à noite)
pode trazer benefícios.
Ciclos
O corpo tem o chamado ritmo circadiano diário, o ciclo biológico dos seres vivos que é influenciado pela variação da luz. Ele impacta o estado de alerta, humor, força física, a necessidade de dormir e até o risco de ataques do coração, como parte de um ciclo de 24 horas.
A luz ajuda no controle desse ciclo, mas a luz artificial da vida moderna e o alarme de relógios e smartphones alteraram nossos hábitos de sono. "Estamos acordando numa hora em que nosso relógio circadiano diz que deveríamos estar dormindo", disse Kenneth Wright, um dos responsáveis pelo estudo.
Segundo ele, essa prática é prejudicial à saúde e estudos sugerem sua relação com distúrbios de humor, diabetes tipo 2 e obesidade.
29 de mai. de 2017
Cem Anos de Solidão > 50 anos > Gabriel García Márquez
Meses antes de terminar Cem Anos de
Solidão, http://Gabriel García Márquez amargava sérias dúvidas sobre a qualidade de um romance
que se tornaria um clássico da literatura.
"Quando li o que tinha escrito",
confessou por carta a um amigo, "tive a desmoralizante impressão de estar metido numa
aventura que tanto podia ser afortunada quanto catastrófica".
Em maio de 1967 García Marques assina
contrato com a Editorial Sudamericana e
lança seu livro. 30 de maio de 2017,
nesta terça-feira, o livro
Gabriel
publica o primeiro capítulo quando ainda faltavam três meses para finalizar a
obra. Bogotá, El Espectador, maio de 1966.
Leia > http://A matéria/
27 de mai. de 2017
Destruindo tempo
É bastante infantil pensar que no Brasil um candidato majoritário
não tenha conhecimento sobre as negociações feitas durante a Campanha
eleitoral.
Imagine o Collor de Melo, o Fernando Henrique, o Lula, a
Dilma, o Aécio, o Alckmin, o Anastasia, Cabral, Temer..., gastando uma bolada surreal sem saber de onde
veio a grana ou que compromissos terão que arcar após uma eventual vitória?
Óbvio que cada gentileza ou generosidade eleitoral tem o seu preço. São montantes absurdamente
grandes. Se existe caixa dois em uma campanha, e todos tem, então tenho que
entender que os caras sabem.
Já ouviu um político brasileiro dizer que agiu ilegalmente,
e que abre mão de tudo e se apresenta como culpado arrependido pelo que fez? Não
conheço caso assim.
Fica um monte de neguinho destruindo tempo, culpando Lula
por dizer que não sabe, não tem, não viu...
Mas qual entre eles disse eu sei, eu tenho...?
No silêncio- quatro cantos
cultural esplendido
e sonhando intensamente
com o futuro
o gigante
símbolo de amor eterno
dorme ao som do mar
e á luz do céu profundo
desafiando a própria morte
verdade perigosa - quatro cantos
Mas
por que descrever
a verdade
como algo que exige
nossa coragem
A busca da
verdade
Pode
Ser
perigosa
26 de mai. de 2017
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