Nigel Amon - Cubisme Africain

Nigel Amon   -   Cubisme Africain

8 de fev. de 2018

CURAR - ( athenarei )


por Tom Odell


Tome a cabeça e tome minha dor,
Como uma garrafa vazia toma a chuva.

E curar, curar, curar, curar.

E pegue meu passado e pegue meus pecados,
Como uma vela vazia leva o vento.

E curar, curar, curar, curar.

E me diga algumas coisas por último.
E me diga algumas coisas por último.

Pegue meu coração e pegue minha mão,
Como um oceano leva as areias sujas.
E curar, curar, curar o inferno!

Tome a cabeça e tome minha dor,
Como uma garrafa vazia toma a chuva.
E curar, curar, curar o inferno!


E me diga algumas coisas por último.
E me diga algumas coisas por último.
E me diga algumas coisas por último.
E me diga algumas coisas por último.


5 de fev. de 2018

prontos para encarar o futuro


Ian Anderson & Neue Philharmonie Frankfurt Orchestra - Live 2004


James Duncan - bateria , percussão
John O'Hara - teclados , acordeão
Solo [ editar ]

Ian Anderson joga o Orchestral Jethro Tull é um álbum ao vivo e DVD do vocalista de Jethro Tull , Ian Anderson , com Neue Philharmonie Frankfurt , conduzido por John O'Hara. O DVD foi gravado no Rosengarten em Mannheim em 8 de dezembro de 2004.
O concerto fazia parte de uma série do mesmo nome. Anderson, O'Hara e a orquestra visitaram a Europa e os Estados Unidos ao longo de 2004 e 2006.


Fé, arte e tecnologia: só alegria.


Observando a posição da câmara e a alegria das religiosas,...


Terremoto em Lisboa.













Pesquisando sobre o grande terremoto de Lisboa, em 1755, encontrei uma matéria sobre a Exposição de João Glama Stöberle, intitulada Anatomia de um Quadro, no Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa. Lá, o quadro  O Terramoto de 1755,

[A importância dessa pintura ultrapassa-a. O terramoto de 1755 uma catástrofe que destruiu Lisboa ecoou por toda a Europa com enormes repercussões no mundo filosófico, científico e político. Aconteceu numa época de grandes transformações sociais quando o iluminismo e o capitalismo lançavam as bases das sociedades modernas nalguns países da Europa Ocidental.

Os primeiros embates em Portugal foram entre os jesuítas e o Marquês de Pombal. Os jesuítas dominavam o país espiritual e temporalmente. Controlavam o ensino, opondo-se às reformas do marquês que introduziam a investigação experimental e as ciências da natureza de acordo com os padrões científicos mais avançados na Europa. Tinham um imenso poder económico, sobretudo no Brasil, em que se subtraíam aos impostos do Estado. O terramoto abriu um campo de batalha privilegiado. O jesuíta Malagrida escreveu um panfleto “Juízo da Verdadeira Causa do Terramoto” em que atribuía a catástrofe a um castigo de Deus pelas políticas do reino, ameaçando quem não contribuísse generosamente para os cofres religiosos com novos castigos divinos. Contrariava frontalmente o Marquês de Pombal que tinha proclamado que o sismo era um fenómeno natural, não tinha nada de religioso. O embate era sobretudo político, acabaria com a expulsão dos jesuítas e o reforço dos poderes do marquês. No estrangeiro o debate era sobretudo filosófico. Rousseau e Kant procuraram explicações científicas para o sucedido, destruindo as especulações religiosas, os significados supersticiosos. Voltaire no “Poema sobre o Desastre de Lisboa” refuta as teorias de Poppe e Leibnitz de o terramoto ser uma consequência inelutável da natureza humana submetida à justiça de Deus. Em “Cândido ou o Optimismo” faz desembarcar os protagonistas, Cândido e o seu mestre Dr. Pangloss, em Lisboa no dia do terramoto. O jovem acredita que é o Dia do Juízo Final, o mestre uma questão vulcânica. Uma alegoria sobre a ingenuidade e a exploração da ingenuidade.


A pintura de João Glama é uma obra inacabada depois de trinta e seis anos de trabalho. É uma panorâmica de todas as catástrofes que destruíram Lisboa. Pessoas de todas as condições sociais, abismam-se com o tremor de terra, os incêndios, o maremoto. São mortos, moribundos, gente paralisada pelo terror e que socorre os sobreviventes, chora os mortos num cenário de ruínas.

O quadro restaurado por Teresa Serra e Moura, técnica de conservação e restauro do MNAA, que dada a escassez das figurações tem sido o mais utilizado para o representar o terramoto, está em exposição na Sala do Tecto Pintado do museu, apoiado num profundo e esclarecedor estudo de Alexandra Markl e Celina Bastos que determinaram que o pintor se encontrava em Lisboa, na Igreja das Chagas tendo fugido para um descampado onde está agora localizada a Associação Nacional de Farmácias. Concluem as historiadoras, baseadas na muita documentação consultada, que João Glama começou a pintar o quadro imediatamente, quase sem desenhos preparatórios recuperando alguns dos personagens de estudos muito anteriores, alguns feitos quando estava em Roma. O propósito do pintor era “escrever” uma narrativa feita de fragmentárias narrativas em que também participa. Dar uma ideia “cinematográfica” do acontecimento num cenário de destruição e desolamento que o tratamento das ruínas acentua. Em tantos anos de trabalho Glama vai mudando perspectivas e personagens, como as análises de raio-X revelaram. Provavelmente o impacto do terramoto em Portugal e no mundo, conduzem-no a alterações que não sendo substantivas não deixam de ser relevantes].

São Tomé

















Que foto linda. Nítida transparência. Também andei com palito no canto da boca por um bom tempo. Na infância vi muitos senhores fazendo assim.  Não espera, não pede, não chora. Inerte ali, sem dizer tudo, sem querer nnda.

3 de fev. de 2018

ainda podem


A colônia europeia do sul do Brasil, os empresários judeus do sudeste e uma classe média midiática condenaram Lula, o nordestino brasileiro que livrou o povo da fome e levou a economia brasileira para o topo do mundo. Porque abriram os olhos para o partido dos trabalhadores, o partido do Lula, se a luz que clareou a imundice distinguiu um mar de sombras. O que pode motivar o invasor insano há promover a instabilidade emocional e econômica de toda uma nação, se não o interesse de usurpar o poder? Um povo rico, lamentavelmente caído pelo bloqueio de sua cultura, não se formou para reagir e manter levantada sua bandeira de independência. Quem realmente são os brasileiros vitimas das consequências destes genocídios temporais? Mesmo famintos, desconhecidos e humilhados, só eles, ainda podem parar esse êxodo.  

Praticar yoga... a -40º C








Russas na Sibéria fazem sucesso na internet por praticar yoga... a -40º C

Para os que buscam motivação para se exercitar durante os meses de inverno, aqui estão duas grandes inspirações. Duas meninas de uma cidade distante na Sibéria fazem yoga a temperaturas muito inferiores a zero.


Tynda é uma cidade conhecida por uma importante junção ferroviária, informalmente referida como a capital do Baikal-Amur Mainline (BAM). A cidade tem um clima subártico com invernos severamente frios. No entanto, isso não impediu duas entusiastas da yoga de desfrutar da prática ao ar livre.

Julia e Ekaterina pretendem tornar a ioga popular em Tynda e para conquistar o objetivo, elas mostram nas redes sociais que é possível praticar os exercícios em qualquer local da região.


"A yoga não é tão desenvolvida e popular aqui em Tynda. No entanto, pensamos em mudar as atitudes em relação a isso e decidimos que precisávamos de fotos fortes que atraíssem a atenção", disse Julia ao Siberian Times.

Tynda não tem edifícios arquitetônicos impressionantes, mas a área é cercada por natureza e geada severa, aspectos dos quais as garotas resolveram tirar  vantagem. Julia e Ekaterina são vistas em imagens undo uniformes esportivos, como tops, leggings e tênis. Isso não é suficiente para mantê-los aquecidas em uma cidade onde as temperaturas podem cair abaixo de —40 graus.


No entanto, as garotas montam um "plano completo de sobrevivência" antes de iniciar as sessões de foto. O truque é estacionar um carro próximo das locações com o aquecedor ligado: assim, entre uma foto e outra dá tempo de se reaquecer e não morrer de frio. 

Será? T O M A R A!!! lindo.



tá tudo errrado













Pre

vi

dên

cial

ismo


Cada um com
seu iterese


ASIM NÃO DA.

Revolta popular e eleições no Brasil

A ideia era acabar com
a corrupção no Brasil.
Assim queriam os brasileiros.
Mas o Brasil é um país capitalista
de população bastante miscigenada.
Todos os corruptos do
mundo estão ativos aqui.
Os corruptos são muito fortes.
Depois de todos os esforços,
depois de tanto ódio,
é inacreditável, mas ainda



2 de fev. de 2018

[...] texto de Felipe Milanez (Genocídio na selva, o massacre a nações indígenas)


Rita, uma índia Piripkura, é sobrevivente do crime de genocídio. Nos conhecemos em uma fazenda que fica entre os estados do Mato Grosso e Amazonas. Ela fala português com dificuldade, e eu não falo nada de sua língua, o tupí-kawahíb. Conversamos por pouco mais de uma hora. Ela alterava sorrisos e olhares de profunda tristeza. Suas expressões não pareciam estar diretamente ligadas ao significado de suas palavras, como se essas tivessem um sentido diferente para ela. Rita me contou sobre o massacre sofrido por sua tribo há cerca de 30 anos. Homens armados invadiram sua aldeia de madrugada. Sua tia foi morta a tiros enquanto dormia na rede. Seu pai foi decapitado, assim como várias crianças, homens e mulheres da tribo. A aldeia foi incendiada. Rita conseguiu fugir, mas depois de um tempo vagando pela floresta acabou sendo forçada a conviver com a nossa sociedade. E teve a pior recepção possível. Foi escrava de peões de uma fazenda madeireira, onde prestava serviços sexuais e domésticos até ser resgatada pela Funai (Fundação Nacional do Índio) em 1984.


Por mais de 20 anos Rita foi considerada a única sobrevivente de sua tribo. Até que em 2007 dois índios Piripkura-Tucan e Monde-í-foram encontrados na floresta graças a expedições organizadas pela Funai chefiadas pelo experiente sertanista Jair Candor.


Há menos de mil quilômetros da fazenda onde encontrei Rita, passei uma tarde na Terra Indígena Omerê, no Sul de Rondônia, com uma família Kanoê. Lá, o pequeno Bakwa de sete anos brincou de atirar flechas com seu tio Purá, que lhe ensinava a arte da caça, e recebeu colo e carinho de sua mãe, Tiramantu. Os três são os únicos sobreviventes de sua tribo, também vítima de um massacre. Os Kanoê dividem as terras de 40 mil hectares com os Akuntsú, que já foram um povo numeroso e habitou um vasto território. Hoje, a tribo tem apenas cinco remanescentes. Um deles é Popak, um homem brincalhão e divertido, que fez cara feia quando apontei uma cicatriz nas suas costas-marca de um tiro que levou quando a tribo foi atacada. Konibu é o líder do grupo, um xamã que gosta de cheirar rapé. Além deles, a mulher de Konibu e suas duas filhas. Talvez uma delas um dia se case com o Bakwa. Em outubro do ano passado, morreu a senhora mais velha, irmã de Konibu. Morreu de tristeza, deitada em sua rede e recusando comida e bebida depois de ter passado um mês em tratamento de infecção respiratória em um hospital da região.


Esses genocídios praticados contra povos indígenas na Amazônia brasileira tiveram início durante a ditadura militar, quando a região foi dividida para colonização e nela foram estabelecidas grandes propriedades rurais. Os massacres aconteceram na sua maioria no fim da década de 70 e duram até hoje, com menor intensidade, mas não menos brutalidade. Eles são praticados por grileiros e fazendeiros e suas vítimas ocupam territórios reivindicados por eles.

“nossos campos têm mais” - andré vallias, 2016



TV brazil