Nigel Amon - Cubisme Africain

Nigel Amon   -   Cubisme Africain

16 de mai. de 2018

"investimento imobiliário"


Arrematado por R$ 2,2 milhões na tarde desta terça-feira, 15, o tríplex atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi considerado uma boa compra para o novo dono. “É um imóvel que tem uma posição privilegiada, de frente ao mar, achei que era um bom investimento”, afirma.

Quem é?

Fernando Costa Gontijo, empresário de Brasília, o comprador, apontou a posição do prédio e a vista para o mar como as principais razões para arrematar o imóvel. Em entrevista ao jornal O Globo, ele, que criou uma empresa – a Guarujá Participação- só para adquirir a cobertura no litoral de São Paulo, explicou que atua no mercado imobiliário em diversas cidades.

Gontijo trabalhou como executivo da Via Engenharia até 2001. A empresa, assim como a JC Gontijo – fundada por um primo de seu pai – foi investigada no Mensalão do Distrito Federal. O homem também aparece como sócio de mais de uma dezena de empresas, incluindo a FCG Comércio Turismo e Serviços e relevou que atua com a iniciativa privada e também com o Poder Público.

Questionado sobre suas posições políticas, ele informou que “não tem posição”. “Só atuo no meu segmento de negócios, não sou vinculado a nenhum partido político. A pessoa mais indiferente em relação à política sou eu”, declara.

Venda

O valor arrecadado com a compra do tríplex será encaminhado à Petrobras como ressarcimento dos prejuízos causados pelo desvio de dinheiro no esquema descoberto pela operação Lava Jato.

O comprador ainda não sabe o que fará com o imóvel, mas defendeu que o preço que pagou é justo. Para ele, é possível que o local fique ainda mais caro devido à fama que ganhou com o caso. “Talvez ele possa agregar um valor pelo caráter histórico, mas não tenho certeza. É um imóvel que pode ser interessante como investimento, como já fiz diversos. A princípio não tem um plano específico, só o investimento imobiliário”, aponta.

Livros sagrados, terra santa, paz, deus, fé, guerra, morte... QUE VIDA ESTRANHA.


Massacre em Gaza: reflexão sobre 'bem e mal'.



 China manda recado para Israel:  “moderação em Gaza”



A China pediu moderação, "especialmente a Israel", um dia depois da morte de 59 palestinos em confrontos e protestos na Faixa de Gaza contra a inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém.

"Pedimos às partes palestina e israelense,
especialmente a Israel, que atuem com moderação
para evitar uma escalada de tensão".

Afirmou Lu Kang, 
porta-voz do ministério 
chinês das Relações Exteriores.

Os acontecimentos de segunda-feira na Faixa de Gaza, o dia mais violento do conflito israelense-palestino desde 2014, provocaram uma grande preocupação e críticas da comunidade internacional. O presidente francês, Emmanuel Macron,"condenou a violência das Forças Armadas israelenses contra os manifestantes".


 O mundo traiu a ikhwanwebPalestina ao falhar em apoiá-la.


As forças israelenses mataram mais de 100 palestinos desde 30 de março, quando começou a "Marcha do Retorno", movimento de protesto que reúne regularmente milhares de moradores de Gaza ao longo da cerca de segurança que separa Israel do território palestino.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu justificou o uso da força pelo direito de Israel de defender suas fronteiras contra os atos "terroristas" do movimento islamita Hamas, que governa Gaza e contra o qual Israel travou três guerras desde 2008.


Fonte: 

15 de mai. de 2018

14 de mai. de 2018

11 de mai. de 2018

FRUTA DE SABIÁ - vou plantar




Julián Fuks - EL PAÍS


Em entrevista, escritor fala sobre futebol,
livros de referência e o que ele diria para
o presidente Temer


Julián Fuks (São Paulo, 1981) é filho de um casal argentino que chegou ao Brasil fugindo da ditadura militar que governou a Argentina entre 1976 e 1983. Seus pais são psicanalistas, ou seja, lhe “ensinaram a desconfiar dos conselhos, a olhar com suspeita cada mísera frase”. Um interessante treinamento para alguém que iria acabar se tornando um escritor e que vai muito além da obsessão pela palavra precisa de Flaubert. Fuks publicou em 2015 A Resistência, um romance sobre o exílio e a identidade que lhe rendeu vários dos mais prestigiados prêmios da língua portuguesa e outros reconhecimentos no exterior.

O que queria ser quando criança?

Escritor. Só adulto fui descobrir que devia ter sido jogador de futebol.

Bem, Maradona ou Pelé?

Maradona. O futebol em si é mero detalhe; Maradona é um personagem muito mais vivo, mais profundo, mais complexo. Pergunte agora sobre Messi e Neymar.

Qual seleção quer ver campeã na Copa da Rússia?

Difícil dizer. Torcer para o Brasil é inescapável. Mas há tantas vitórias possíveis mais bonitas do que a nossa. Quem sabe a vitória do Uruguai, só para ver o sorriso do Mujica.

Qual é o último livro que te fez rir às gargalhadas?

A Viagem do Elefante, de José Saramago. Acho que Saramago é o único autor que já me fez rir alto e chorar envergonhado.

Quem seria seu leitor perfeito?

Alguém que viva este tempo, que pense este tempo, e se importe com a dor e com a beleza. Queria ser eu mesmo esse leitor.

Que livros você tem em sua cabeceira?

Neste momento, Fuerzas especiales, de Diamela Eltit. Todos deveriam ter em sua cabeceira, em algum momento, a presença desconfortável de Diamela Eltit.

Que livro mudou a sua vida?

Ulisses, de James Joyce. Mas minha vida particular é o de menos. Ulisses mudou a vida inteira da literatura.

Qual é sua rotina diária para escrever?

Acordo, cuido da minha filha, cuido de todo o resto e então finalmente demoro. Deixo que as horas passem, angustiado. Quando já não me sobra tempo, escrevo enfim, movido pela culpa.

Que música ouve para escrever?

No ato da escrita, só o silêncio. Pouco antes da escrita, alguns versos bons, feitos de pura cadência.

Que esportista, personagem literário ou cinematográfico se parece com você?

Sou o típico personagem do romance moderno: nada mais que um comum imerso em seus dramas comuns.

Com quem gostaria de sentar-se em uma festa?

Com aqueles com quem me sento quase sempre, minha mulher, meus amigos próximos. A intimidade é a melhor das festas.

O que significa ser um escritor?

É o que tento descobrir já há uns quantos anos, mas acho que ainda me faltam décadas.

Que livro presentearia a uma criança para introduzi-la na literatura?

Chapeuzinho amarelo, de Chico Buarque. Para que perdesse o medo do lobo escondido em cada palavra.

Qual é seu lugar favorito no mundo?

Minha própria casa, a rede da sala, minha filha no colo.

Que livro gostaria de ter escrito?

Bartleby, o Escrivão, de Herman Melville. Mas prefiro não escrevê-lo.

Quando foi a última vez que chorou?

O mundo anda triste. Não costumava chorar com notícias, agora choro. Ainda procuro, na solidão das madrugadas, os sem-teto, sem-rosto, soterrados na foto do jornal.

Com quem gostaria de ficar preso em um elevador?

Com alguém capaz de consertá-lo. MacGyver?

Qual é o melhor presente que recebeu?

Minha mulher me deu, há muitos anos, A Rosa do Povo, de Carlos Drummond de Andrade. Tudo o que pude fazer começou ali.

Que superpoder gostaria de ter?

Enxergar o passado, próprio ou alheio, como se de fato existisse em algum lugar.

Onde não gostaria de viver?

Nesse passado que eu enxergasse, em qualquer passado.

O que diria ao presidente Michel Temer?

Diria: isto não é um presidente, você não é um presidente. Já se deu conta do papel nefasto que ocupará em nossa história?

por FELIPE SÁNCHEZ
EL PAÍS Brasil







Leia mais sobre Julián Fuks

1 - :https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/21/cultura/1513882871_107676.html?rel=mas

2 - https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/21/cultura/1513882871_107676.html?rel=mas

10 de mai. de 2018

Trinta e um brasileiros acessaram DUTURY no período abaixo. Quantos antôniocarlenses? não sei

03/05/2018 18:00 – 10/05/2018 17:00

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Por um ANTONIO CARLOS Limpo

Praça da Cultura - Beleza que encobre corrupção que corre céu aberto

















Se existe algo difícil no dia/dia do cidadão, acompanhar processo de corrupção, pode ter certeza, entra pra lista. É difícil e custa caro. Um advogado tem que ser contratado. Talvez, seja este o motivo de não sabermos a real situação política de nosso município. Um cidadão preocupado, que ler e se torna informado não consegui repassar a informação, pois é ridicularizado pelo grupo de beneficiados pela atitude do corrupto.  Neste caso, cheio de provas da ação covarde, corrupta de um ex-prefeito, mesmo não conseguindo encontrar notícias do seguimento, não posso deixar de informar o que já encontrei. 


Justiça mineira mantém quebra de sigilo bancário de prefeito
  Revista Consultor Jurídico, 31 de março de 2004,


A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou, na terça-feira (30/3), o agravo de instrumento movido pelo prefeito de Antônio Carlos (MG), Manoel José Rettore Cabral. O recurso era contra liminar que determinou a quebra de seu sigilo bancário.

Os desembargadores entenderam que a liminar deve ser mantida para que a instrução processual prossiga e a denúncia, apresentada pelo Ministério Público, seja apurada. Antônio Carlos fica a 191 km de Belo Horizonte.

O MP, autor da ação civil pública, sustenta que o prefeito teria desviado valores do tesouro público. Segundo a denúncia, o prefeito, entre janeiro de 1997 a agosto de 2001, efetuara saques nos cofres municipais a título de viagens a Belo Horizonte, Juiz de Fora e Brasília, sem a devida comprovação. Os valores teriam chegado a R$ 162.653,00.

A ação busca o ressarcimento dos valores "acrescidos ilegalmente ao patrimônio do chefe do executivo municipal", a suspensão de seus direitos políticos, a perda de sua função pública e a proibição de contratação com o Poder Público.

Em sua defesa, o prefeito sustenta que a quebra de seu sigilo bancário é "um absurdo" e tem a intenção de "promover o seu linchamento moral e cívico, num autêntico processo de caça às bruxas".
O relator do processo, desembargador Geraldo Augusto, afirmou que a quebra do sigilo bancário do prefeito é indispensável para aferir sua movimentação bancária e o eventual prejuízo ao erário. (TJ-MG)

Processo nº10.056.030.546.701/001


Revista Consultor Jurídico,

Caos


“A justiça brasileira anda conforme as forças e não conforme o direito. O governo usa uma mídia sedenta por dinheiro para impor um rumo sem nunca deixar sabermos como, quando ou pra onde estamos indo. Um mercado, por demais volúvel, é quem dá as normas.” 

"Jamais poderão aprisionar nossos sonhos".


A luta continua









Nada anda azul na América do Sul




Carnaval o bicho pega


Apimentada




Ponto de Vista