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Antônio Carlos MG - Brasil
A maior empresa de cigarros do Reino Unido afirmou que enxerga a maconha como parte de seu futuro, à medida que tenta deixar de vender o tabaco tradicional.
Temos 15.000 motivos para boicotar esta Copa do Mundo. Em agosto de 2021, a Amnistia Internacional publicou um relatório intitulado "No auge da vida", que investigava as mortes de vários trabalhadores migrantes no Qatar. Os dados governamentais aí citados mostram que 15.021 não katarianos de todas as idades morreram no país entre 2010 e 2019 - as causas dessas mortes, no entanto, não são devidamente investigadas e as famílias ficam no escuro.
Conhecemos seis vítimas no relatório. O caminhoneiro Manjur Kha Pathan tinha 40 anos e trabalhava entre 12 e 13 horas por dia. Ele desmaiou e morreu no trabalho. Ele não tinha problemas de saúde antes. Sujan Miah era canalizador, 32, e trabalhava em uma construção no deserto. A temperatura lá era de 40 graus nos quatro dias anteriores à sua morte. Seus colegas o encontraram morto em sua cama. Ele não tinha problemas de saúde antes. Suman Miah, Yam Bahadur Rana e Mohammad Kaochar Khan, Tul Bahadur Gharti trabalharam arduamente no Qatar e todos morreram aos 34 anos. Eles também não tiveram problemas de saúde antes .
A Amnistia Internacional examinou 18 certidões de óbito de trabalhadores emitidas pelo Catar entre 2017 e 2021. Quinze desses documentos não continham qualquer informação mais detalhada sobre a causa da morte, as classificações vagas como "causa natural" sugerem que nenhuma investigação foi realizada sobre esses casos.
David Bailey, patologista da Organização Mundial de Saúde, disse à organização de direitos humanos que as causas de morte listadas, como “causa natural” e “insuficiência cardíaca”, não fornecem uma explicação adequada: “São frases que não deveriam aparecer em uma certidão de óbito sem especificar a causa subjacente é explicada. Basicamente, todo mundo morre de insuficiência respiratória ou cardíaca no final, e as frases não têm sentido sem uma explicação do motivo. "
Além disso, o exame médico legal fica ainda mais difícil pela legislação em vigor no Catar, que restringe a realização de autópsias.
No palco ou no celeiro, aos pares, na fila, em círculo ou sozinhas - as pessoas dançam. O movimento do corpo humano seguindo uma certa sequência, um ritmo específico, é um código. A dança comunica valores de estética e simbolismo para um público que compartilha o sistema de código.
Política sob um olhar filosófico
Hoje de manhã escrevi um artigo científico na minha prova de filosofia jurídica, achei o tema tão interessante que vale a pena tentar reproduzí-lo aqui, afinal, esse é um assunto que interessa a todos. Espero que apreciem:
Somos um Estado Democrático de Direito, isto é, os cidadãos participam da vida política, escolhem seus representantes – que proporcionam o bem à sociedade, garantem os direitos fundamentais e visam sempre melhores condições de vida – agindo nos limites da lei. Infelizmente afirmo que isso é uma grande utopia, deveria ser assim, mas ainda não é.
Aristóteles afirmava que o problema da democracia é a demagogia, ela é a arte de conduzir o povo a uma falsa situação, os políticos propõem aquilo que não pode ser posto em prática com o intuito de obter benefícios: chegar ao poder. E é justamente o poder que dificulta a aplicação completa do princípio democrático.
A verdade é que todo mundo busca esse poder, ele gera ambição e faz com que o homem queira alcançá-lo de qualquer forma e perca os escrúpulos ao conquistá-lo, sendo capaz de tudo para não o perder. Essa simples explicação de Maquiavel nos mostra o que realmente move a política; são raros os políticos que verdadeiramente visam o bem ao próximo e não se importam com o status e aplausos.
A questão é que vivemos em uma “servidão voluntária” (Etienne de La Boetie), somos livres, mas acabamos nos submetendo aos atos desumanos, por medo, por costume e principalmente pelo fascínio (as pessoas se deslumbram diante do poder, são capazes de agir contra seus princípios quando se sentem comovidas). E, enquanto não tomarmos uma atitude para extinguir essa obediência desproporcional, continuaremos vivendo cercados de corrupção e longe da harmonia social, não podemos ser persuadidos por falsas promessas!
Em campanhas eleitorais, os candidatos utilizam o ensinamento de Maquiavel de que a política é a arte do conhecimento, eles conhecem as pessoas para as quais vão falar e sabem o que e como dizer (capacidade de antevisão). E também, os pólos da semiótica: já conquistaram o etos (credibilidade); durante o discurso atingem o patos (fragilidade, o ponto fraco do auditório) e pelo logos transmitem seus objetivos com a finalidade de conquistar os votos. Eles realizam um discurso sofista, não se preocupam com a verdade, e sim com o que as pessoas querem ouvir; Parmênides de Élea chamava isso de dóxa (dar opinião sem se importar com a veracidade), e por ela estar ligada a incontinência, acaba levando o povo à ruína.
Contudo a lição que a maioria dos políticos se esqueceu de aprender foi dada há muito tempo por Platão: o poder não deve ser exercido com paixão e agressividade, e sim com shopia (sabedoria), phronesis (prudência da ação) e dike (justiça), pois só assim se atingirá o bem comum.
Compete a nós cidadãos, encontrar a minoria que pratica esse ensinamento, afinal, escolhemos nossos representantes, devemos analisar quem realmente são e não nos deixar seduzir pelos seus discursos ilusórios. Precisamos votar com consciência, isto é, eleger os candidatos que deram provas concretas ao longo dos anos de que são fiéis aos princípios democráticos e aos clamores da população.
A utopia social democrática precisa deixar de ser sonho e se tornar realidade, esse é um processo complexo e demorado, todavia é o único caminho para atingir a nossa finalidade: o bem comum, a felicidade! Devemos colocar no poder quem já demonstrou que sabe se comportamento de maneira ética, talvez assim, o bom exemplo se alastre.
Estamos mais uma vez em ano eleitoral, e não podemos nos esquecer que nosso país tomará o rumo que daremos a ele. A decisão pertence a cada um de nós, as conseqüências são exclusivamente nossas, se a escolher for ruim, sofreremos a angustia, o desespero e o desamparo (pensamento sartreano): porque ninguém decide pelo outro e nem resolve o problema alheio.
Um fator importante é também a obliquidade dos raios que passam pela atmosfera quando as estrelas estão baixas. A Lua, o Sol e as outras estrelas, baixas no horizonte, sofrem mais evidentemente o fenômeno de difusão denominado “Scattering” que transforma a luz branca em vários tons que vão do vermelho ao amarelo ”, explica a autora da foto.
E a história continua: "...era um LOBO. Foi visto rodeando a Fazenda da Borda do Campo, bem ali na Praça da Cultura"
“Pajelança online vagando
neste universo em rede.
Textos e imagens consumidos
e que só se juntam aqui.
Como em tudo que é feito tem
um pouquinho de quem faz,
uma ou outra imagem, um ou
outro texto são por pura distração.
Alguns blogs são presos, pessoais.
Outros são soltos, são rios.
De um jeito só, vou nadando
entre estrelas,
sem nenhuma necessidade
de um grande Sol.”
Iluminação Pública Municipal
(32) 3332-
http://codamma.com.br/pagina/9875/Ilumina%C3%A7%C3%A3o%20P%C3%BAblica