3 de mar. de 2016
2 de mar. de 2016
Ato e manifesto: Contra censura da Globo, em defesa da liberdade de expressão
![]() |
| Globo censura. Em
defesa da liberdade de expressão |
Nós,
abaixo-assinados, vimos a público repudiar o autoritarismo das Organizações
Globo, responsável por mais um ataque frontal à liberdade de expressão ao
lançar mão da judicialização da censura para intimidar blogueiros e jornalistas
que investigam o caso do triplex em Paraty que, segundo uma fiscal da ICMBio,
pertenceria à família Marinho, uma das mais ricas do Brasil. A informação foi
divulgada pela agência Bloomberg, em 2012, e replicada pelo site UOL e pela
revista CartaCapital.
Veículos como O
Cafezinho, Tijolaço, Diário do Centro do Mundo e Rede Brasil Atual aprofundaram
as investigações nas últimas semanas e, estranhamente, receberam notificações
extrajudiciais por publicarem reportagens e artigos sobre o suntuoso imóvel,
construído em área de proteção ambiental. Os blogueiros também apontaram as supostas
ligações dos Marinho com a Mossack Fonseca, empresa multinacional investigada
por ser especialista em abrir off-shores. A repercussão desagradou a empresa
monopolista, que ordenou a retirada dos conteúdos do ar.
O expediente adotado
pela Globo, no entanto, revela uma estratégia comumente aplicada a quem ousa
desafiar seus interesses: a ação judicial, com o fim de intimidar e sufocar,
financeiramente, os que ameaçam – ou expõem – seu império.
Além de ferir o
direito fundamental da liberdade de expressão, as Organizações Globo também
evidenciam sua ojeriza e intolerância para com as mídias alternativas. A ideia
de que haja diversidade e pluralidade de vozes na mídia brasileira – inscritas
em nossa Constituição -, ao que parece, desperta a ira dos proprietários da
emissora. Também, pudera: com denúncia de sonegação fiscal na casa do bilhão, a
empresa certamente tem muito mais que um triplex a esconder.
Como em dezenas de
casos de perseguição judicial a blogueiros e ativistas digitais, repudiamos a
atitude censora da Rede Globo, talvez um resquício do período de sua ascensão
econômica enquanto tentáculo midiático da ditadura militar. Afinal, ao tentar
estrangular as mídias alternativas, a Rede Globo estrangula, também, a
democracia.
http://www.baraodeitarare.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=12&Itemid=185
RAPAZ DE 7 ANOS DESCOBRIU UM ÍDOLO DE UM DOS POVOS MALDITOS DA BÍBLIA
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| Um rapaz israelita de sete anos encontrou uma estatueta com 3.400 anos |
O israelita Ori
Greenhut, de apenas sete anos, estava a andar de bicicleta com amigos quando
tropeçou numa estatueta com mais de três mil anos que representará aquilo que a
Bíblia designa como um ídolo dos cananeus, expulsos da região agora ocupada por
Israel.
O achado
arqueológico foi encontrado no monte Tel Rehov, em Israel, conforme revela a
Autoridade Israelita das Antiguidades (AIA), a quem a família do rapaz entregou
a estatueta que representa uma figura feminina.
Os arqueólogos que
analisaram o artefacto apontam para que terá 3.400 anos, situando-o entre os
séculos XV e XIII a.C., ao tempo do antigo reino de Canaã, localizado onde se
situa actualmente Israel.
“Alguns
investigadores pensam que a figura exibida é a de uma mulher de carne e osso,
outros vêem-ma como a deusa da fertilidade Astarte, conhecida de fontes
canaanitas e da Bíblia”, explica o professor Amihai Mazar, da Universidade
Hebraica, que lidera as escavações arqueológicas em Tel Rehov.
“É altamente
provável que o termo trafim mencionado na Bíblia se refira mesmo a figuras
deste tipo”, diz ainda o professor citado pela AIA.
A Bíblia usa o termo
hebraico trafim para se referir a esculturas de ídolos.
Os cananeus, o nome
porque eram conhecidas genericamente as diversas tribos de Canaã, são descritos
na Bíblia como um povo amoral que adorava falsos ídolos e que deveria ser
destruído para que os descendentes de Abraão ocupassem a região.
“Evidentemente, a
estátua pertenceu a um dos residentes da cidade de Rehov que era, na altura,
governada pelo governo central dos faraós egípcios”, acrescenta Amihai Mazar.
Quanto ao rapaz,
recebeu um certificado de apreço, pelo gesto de bom cidadão, por ter entregue o
achado arqueológico às autoridades.
SV, ZAP
Velha
Com o tempo, foi
ganhando o hábito de não se emocionar com nada. Viveu sempre velha, muito
velha. A pele lívida. Os olhos morrediços. O rosto seríceio. Por dentro, a alma
encarquilhada. No peito, tantos anos depois, o coração ainda partido. Esmigalhado
pelos dedos aduncos das horas.
(m.m. botelho)
1 de mar. de 2016
O poder dos livros
Em 2003 mladen penev, designer gráfico
de origem búlgara, criou esta série que, melhor
do que 1.000.000 de palavras, sintetiza o
admirável
mundo que se abre através da leitura.
Para assinalar o dia mundial do livro.
29 de fev. de 2016
Película - Armando, o sacana
Armando botava água
na cadeira da professora pra que ela ficasse com a bunda molhada durante a
aula. A sala ria. Ele ficava impune. Armando escondia a dentadura da vó,
roubava do pai. Armando traía todas as namoradas. Armando roubou o emprego de
um amigo. De dois. Armando sempre foi um filha-da-puta. Armando sempre foi
amigo dos honestos e aliado aos sacanas. Muitos já o conheciam de verdade. Todos
esperavam pela justiça. Armando tem grana, viaja muito. Armando é invejado por
todos que dizem: um dia ele se fode. Um dia a casa cai.
Postado por Pablo
Alcântara Blog O trem de doido
A Dificuldade em Definir a Poesia...
Claro que a poesia não é tudo, como uma vez disse. Nem sequer é
quase tudo.
Acho que pode, e deve ser, o melhor da literatura, pelo menos em
beleza e magia.
Não é uma mulher bonita, nua, com saltos altos, a passear por aí,
como gosta de dizer o Ferreira (isso é apenas um belo escândalo...).
Também não é a colagem crua de palavras que usamos em dias de festa
ou a rima forçada.
Estive a pensar e talvez a poesia seja o encontro feliz das
palavras, que além de ganharem magia, abraçam-se e conversam a pensar no hoje,
no ontem e no amanhã.
E sim, mesmo que não seja apenas isso, deve ter a beleza da
mulher...
(Fotografia de Joahan Van Keuken)
Publicada por Luis Eme
Etiquetas: A Beleza dos Campos, Liberdade, Mulheres, Palavras,
Pensamentos, Pequenos Prazeres, Poesia
26 de fev. de 2016
Senado aprova união civil gay na Itália, mas proíbe adoção
Aprovação só foi
possível após acordo entre partidos para reescrever
o texto do projeto,
tirando
a chamada "adoção de enteado"

Com 173 votos
favoráveis e 71 contrários, o Senado da Itália aprovou nesta quinta-feira (25)
o projeto que legaliza a união civil entre pessoas do mesmo sexo. O governo
centro-esquerdista de Matteo Renzi havia submetido o texto ao voto de confiança
da Câmara Alta, manobra que impede a apresentação de emendas e evita
obstrucionismos.
A proposta anterior
previa que homossexuais pudessem registrar os filhos de seus parceiros, mas
apenas na ausência do outro pai biológico. O artigo seria uma forma de proteger
os direitos das crianças caso seu genitor falecesse, porém sofreu forte resistência
no Senado, em um país de tradições cristãs bastante arraigadas e que tem o
Vaticano dentro de sua capital, Roma.
Partidos de
oposição, a NCD e até mesmo a ala católica do PD se opuseram à medida e
forçaram o governo a tirá-la do projeto de lei. Atualmente, o gabinete
majoritariamente centro-esquerdista de Renzi só tem maioria no Senado graças ao
apoio da Nova Centro-Direita, que usou esse argumento para fazer o Partido
Democrático esvaziar a lei.
A NCD, comandada
pelo ministro do Interior Angelino Alfano, ganhou força para exigir as mudanças
que queria após o oposicionista Movimento 5 Estrelas (M5S), do comediante Beppe
Grillo, ter dado sinais de que não apoiaria integralmente a lei sobre união
civil, contrariando o que havia prometido anteriormente. Com os votos do M5S, o
PD conseguiria chancelar o texto original.
Outro item que pagou
o preço foi o da "obrigação de fidelidade". Segundo os conservadores,
incluir esse termo na definição de "união civil", regime que será
estendido aos homossexuais, a colocaria em pé de igualdade com o
"matrimônio", que continuará sendo exclusivo dos casais
heterossexuais.
Laboratório detecta agente cancerígeno em 14 cervejas alemãs
Foi encontrada a substância glifosato,
considerada cancerígena
Diversas
marcas de cerveja alemãs foram detectadas com herbicida glifosato, informou
nesta quinta-feira (25) um instituto de análise de Munique. O teste envolveu 14
marcas, entre elas as mais conhecidas da Alemanha, como Beck's, Paulaner,
Warsteiner, Krombacher, Oettinger, Bitburger, Veltins, Hasseroeder, Radeberger,
Augustiner, Franziskaner, Konig Pilsener e Jever.

Foi
encontrado um índice entre 0,46 e 29,74 microgramas por litro nas bebidas,
sendo que os casos mais críticos apresentavam uma concentração 300 vezes
superior ao 0,1 micrograma permitido por lei para água potável. O laboratório de
Mônaco disse que não há um limite legalizado para a substância na cerveja, mas
alertou sobre os riscos do glifosato no corpo humano. Alguns organismos
internacionais, como a International Agency for Research on Cancer (IARC)
classificou o herbicida glifosato como "provavelmente cancerígeno"
para o homem em março de 2015.

No entanto, o
Instituto Federal de Avaliação de Risco (BFR) disse que os resíduos de
glisofato na cerveja são "plausíveis" do ponto de vista científico,
já que o uso do herbicida é autorizado contra ervas daninhas. A associação de
produtores de cerveja da Alemanha também criticou a análise, dizendo que o
estudo "não é confiável". "A acusação de que os produtos não
controlam suas matérias-primas é absurda e completamente infundada",
disseram.

Já a União dos
Cultivadores Alemães (DBV) admitiu que o herbicida pode ser usado no cultivo do
malte. "Na Alemanha, temos a mais rigorosa regulamentação para as
plantas", disse um porta-voz da entidade, em Berlim.
A cerveja é
considerada a bebida mais famosa da Alemanha e está ligada à tradição do país.
Ela geralmente é fabricada com lúpulo, malte, fermento e água. Por sua vez, o
herbicida glifosato é um dos mais difundidos no Brasil e no mundo, usado
principalmente em lavouras de soja.
Tranquilidade
"Jogaram uma pedra na tranquilidade do lago... O lago comeu-a. Sorriu ondulações. Voltou a ficar tranquilo."Prof. Hermógenes de Andrade
24 de fev. de 2016
Terrorismo midiático amplifica a crise
O modelo está
esgotado, mas a economia brasileira está longe do caos. A afirmação é de Luiz
Carlos Bresser Pereira, ex-ministro da Fazenda, da Administração Federal e
Reforma do Estado e da Ciência e Tecnologia. “Há uma sensação de fracasso no
campo da economia, mas caos é quando há hiperinflação. Estivemos perto disso,
por exemplo, no fim do governo Sarney”, disse, nesta segunda-feira (22), em
atividade do Ciclo de Debates Que Brasil é Este?, na capital paulista.
O economista contou
com a companhia de Leda Paulani (professora da Faculdade de Economia e
Administração da Universidade de São Paulo e ex-secretária Municipal de
Planejamento da cidade de São Paulo) e Guilherme Mello (professor do Instituto
de Economia da Unicamp e colaborador da Fundação Perseu Abramo). Ambos
concordam com Bresser Pereira que não há caos, mas os três têm visões
particulares sobre a derrocada que lançou o país à crise.
Falta de
investimento, excesso de responsabilidade fiscal e a 'armadilha macroeconômica'
da alta taxa de juros aliada ao crédito apreciado a longo prazo são alguns dos
fatores que explicam o péssimo momento, segundo Bresser Pereira. Para ele, a
regressão vivida pelo país aumenta a sensação de fracasso da política
econômica.
“É verdade que
milhões foram tirados da pobreza, mas falhamos na política econômica. “Deixar
de ser um país industrial para ser um país exportador de commodities é
condenar-se ao retrocesso”, decreta. “Em oito anos de Lula e dois de Dilma,
tudo foi relativamente bem. Por que, então, explode a crise? Não foi por
irresponsabilidade fiscal, mas responsabilidade em demasia. Governo deveria ter
expandido investimentos”.
O economista é
crítico ao binarismo que opõe a austeridade da direita e a pauta fiscal da
esquerda. Em sua avaliação, é um erro pensar que as esquerdas podem governar
nesses termos. “Ou fazemos uma revolução socialista ou, se formos viver no
capitalismo, precisamos que os empresários invistam. Desenvolvimento econômico
depende de investimento, taxa que tem sido muito baixa”.
A “terrível” taxa de
juros também é um grande obstáculo para o país, defende Bresser Pereira.
“Capitalistas rentistas têm uma senhoriagem da ordem de 6% do Produto Interno
Bruto (PIB) brasileiro. Isso é uma violência contra o desenvolvimento
econômico”, dispara. “Para que haja investimento, é preciso haver equilíbrio
entre taxa e juros e taxa de lucro”.
O ex-ministro também
chama a atenção para a intensificação da crise política como fator de
agravamento da turbulência econômica. “A atual crise política é antinacional e
antipatriótica”, opina. “O país precisa de união para enfrentar a recessão”.
A classe média
parece ter ficado à deriva enquanto os mais ricos e o mais pobres se
beneficiaram mutuamente dos governos petistas, reflete. “Me parece que, por
causa disso, houve uma guinada das classes médias para a direita,
principalmente a partir de 2013. E é um processo movido pelo ódio”.
A ausência da biblioteca escolar e o meio milhão de zeros no Enem
Nos
últimos dias, uma das notícias mais comentadas no Brasil foi o fato de que na
prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio. (Enem) 529.373 estudantes
tiraram zero. Dos 6.193.565 estudantes que prestaram o Enem em 2014, 8,5%
zeraram a prova de redação, enquanto apenas 250 conseguiram a nota máxima. Esse
meio milhão de notas zero é um número chocante e provocou inúmeras reações na
mídia, reclamações dos professores e dirigentes das escolas e também do público
em geral.
Nas
notícias que li e nos programas de rádio ou de televisão que tive a
oportunidade de ouvir ou assistir não vi nenhuma menção à falta de biblioteca
nas escolas do ensino fundamental e médio. Aqui, não valeria a pena especular
se esse meio milhão de zeros não teve como um dos fatos geradores a ausência da
biblioteca escolar? Será que esse meio milhão de jovens brasileiros não foi
privado de usar o potencial informativo dessas bibliotecas? Será que a falta
desse espaço de leitura e estudo também não provocou perdas perante os
professores desses jovens?
É
sabido que, no Brasil, a biblioteca não faz parte dos componentes de uma
escola. Em decorrência disso, em 2010, foi aprova-da a Lei nº 12.244, dispondo
que até 2020 toda escola deveria ter biblioteca.
Como
sabemos, em nosso país existem leis que pegam e outras que são letras mortas.
Em 2012, tentando fazer com que a Lei nº 12.244 pegasse, o Instituto Ecofuturo
lançou a campanha “Eu quero a minha biblioteca”. Dados dessa importante e
cívica iniciativa mostraram que: - para a lei ser cumprida no prazo, 53
bibliotecas deveriam ser construídas por dia no Brasil; - o estado com menor
percentual de bibliotecas por escolas era o Maranhão, onde apenas 12,6% das
escolas tinham bibliotecas. Já o Rio Grande do Sul, com 62,4%, era o com maior
percentual.
Dados
do Instituto Ecofuturo mostraram correlação positiva entre a existência da
biblioteca na escola e a qualidade do aprendizado por parte dos alunos: “o
impacto chega a ser de 156% de melhoria no índice de aprovação escolar e de 46%
na redução da taxa de abandono”.
A
triste realidade da falta de biblioteca é agravada pelo baixo hábito de
leitura. Não estou falando somente dos alunos que, atualmente, ficam mais
antenados nas redes sociais acessadas pelos telefones celulares. Falo também da
formação precária dos professores que, geralmente, não são leitores. Assim,
muitos mestres não motivam seus alunos a lerem, pois eles também não são
leitores regulares.
Além
da criação da biblioteca escolar, é importante se pensar nos recursos humanos
qualificados para gerir o local. Similar à educação física, em que não se pensa
em contratar profissional que não seja graduado, na biblioteca é básico que se
pense no bibliotecário e no assistente. Eles são profissionais habilitados a
dinamizarem esse espaço no ambiente escolar. Na unidade de ensino que conta com
esse serviço é salutar que se pare com a ineficaz tradição de deslocar para o
setor professores com algum problema de saúde, senhoras grávidas ou mesmo os
alérgicos ao pó do giz. Sem o devido pessoal qualificado, não poderá cumprir o
importante papel que lhe é reservado no contexto escolar.
Quer
um exemplo da importância da leitura? Pois bem. O tema de redação da última
prova do Enem, essa que teve meio milhão de notas zero, foi “publicidade
infantil em questão no Brasil”.
A
ideia de que as bibliotecas são componente essencial no processo educativo é
aceita por todo educador. No entanto, como vimos anteriormente, é pequeno o
percentual das escolas que têm esse vital equipamento. Anísio Teixeira, um dos
grandes educadores brasileiros, no modelo da Escola Nova, defendeu, a uns 70
anos atrás, a biblioteca como algo importante na moderna escola. Será que ainda
teremos que esperar mais 70 anos para a biblioteca ser integrante da escola brasileira?
A
biblioteca escolar pode fazer com que o novo slogan governamental - “Brasil,
Pátria Educadora” - seja algo real e factível. Nosso país precisa de muita
leitura, de bons livros, impressos ou eletrônicos, de boas bibliotecas.
Murilo
Bastos da Cunha
Professor da Faculdade de Ciência da
Informação, Universidade de Brasília
Estranha relação do governador tucano com MST
Surpreendentemente,
o governo do Estado de São Paulo tem estreitado relações com o Movimento dos
Sem-Terra (MST). Desde 2014, o Palácio dos Bandeirantes vem realizando reuniões
com líderes do movimento. Apesar dos cortes orçamentários em quase todas as
áreas do governo paulista, Geraldo Alckmin manteve a previsão de investir R$ 7
milhões em 2015 nos 136 assentamentos do MST, conforme noticiou o Estado à
época. Agora, o governador sancionou uma lei estadual que permite a transmissão
de terras a herdeiros nos assentamentos rurais.
Todas essas atenções
ao MST têm surtido efeito. Considerado um dos mais radicais líderes sem-terra,
Gilmar Mauro não poupa elogios ao governo paulista. "É uma relação
política. Uma relação boa. Principalmente agora", afirmou Gilmar aoEstado
no ano passado. Por sua vez, o chefe da Casa Civil estadual, Edson Aparecido,
admite a proximidade com o movimento. "A relação do MST conosco se
estreitou na medida em que adotaram uma posição crítica em relação ao Incra e
ao governo federal", disse Aparecido, dias antes de uma das reuniões no
Palácio dos Bandeirantes em 2015. Segundo noticiou o jornal Folha de S.Paulo, o
chefe da Casa Civil e o dirigente do MST têm mantido encontros mensais para
discutir o andamento de políticas agrárias.
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